O advogado angolano Sérgio Raimundo considerou hoje inadmissível e condenável que algumas personalidades internacionais tenham sido impedidas de entrar em Angola, lamentando que a situação ocorra numa altura em que o país preside à União Africana (UA).
O secretário-geral da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje o partido encarou "com alguma repulsa" o impedimento, quinta-feira, da entrada em Angola de algumas entidades internacionais para participarem numa conferência.
Analistas em Luanda afirmam ser muito cedo para se considerar “uma dissidência” a recente eleição do antigo dirigente do MPLA e membro do governo, Júlio Bessa, para o cargo de presidente do partido CIDADANIA.
Adalberto Costa Júnior (ACJ) disse que "Angola fez a pior figura que podia fazer" ao reagir esta sexta-feira, 14, aos acontecimentos ocorridos ontem no Aeroporto 4 de Fevereiro, onde ex-Presidentes da República e várias outras personalidades de diversos países "foram fechados numa sala" durante oito horas, impedidos de entrar em Angola.
A Organização Não-Governamental (ONG) angolana Associação Mãos Livres manifestou hoje “indignação” com os atos de “corrupção, imoralidade e impunidade” que diz verificar no Ministério das Finanças e no fisco angolano, pedindo reformas e exoneração da titular ministerial.
Alberto Quechinacho disse que têm surgido algumas dísparidades, nomeadamente de que Mondlane já não se encontraria em território angolano. O advogado de Mondlane refere que este "não está em fuga".
O político moçambicano Venâncio Mondlane e os ex-Presidentes da Colômbia e do Botsuana ficaram hoje retidos no aeroporto 04 de Fevereiro, em Luanda, quando se preparavam para participar numa conferência internacional sobre democracia, disse fonte da UNITA.
Um funcionário do Ministério das Finanças, colocado na área de Tecnologia de Informação e Comunicação das Finanças Públicas (SETIC-FP), foi detido, esta quarta-feira, por suspeita de estar envolvido no desvio de sete mil milhões de kwanzas.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) reivindicou a morte de “nove soldados angolanos e de dois civis” durante “intensos combates” esta manhã entre as Forças Armadas de Cabinda (FAC) e as Forças Armadas Angolanas (FAA).
O Presidente da União Africana (UA) defendeu hoje que os promotores de tensões e conflitos em África devem ser "desencorajados, responsabilizados e penalizados com sanções pesadas", considerando que o continente precisa de uma "arquitetura sólida de paz".