Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial são alguns dos 43 países cujos cidadãos podem vir a enfrentar restrições à entrada nos Estados Unidos.
O problema do MPLA é o mesmo de Angola, essa pessoa tem nome e endereço conhecido de todos. Tudo circula em torno dele, ele é dono assembleia da república e do judiciário. Sem ele nada existe, é o todo poderoso deus da arreliante ditadura securitária.
Diferentes agentes ao serviço do Estado, dos partidos e da sociedade na generalidade, têm um défice muito considerável na observância de procedimentos que, no contexto mais geral, podem elevar a imagem do Estado, per si já muito degradada, como consequência do desempenho da governação.
O sector de petróleo e gás em Angola garantiu 60 mil milhões USD para novos projectos, segundo o administrador executivo da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), Alcides Andrade, na CERAWeek, em Houston.
O político moçambicano Venâncio Mondlane considerou hoje que a rejeição da sua entrada em Angola na quinta-feira é uma "vergonha pública" e uma violação da lei daquele país, defendendo um processo contra o Estado angolano.
A consultora Oxford Economics considerou hoje que "é chocante" a detenção no aeroporto de Luanda de políticos estrangeiros, impedidos de participar numa conferência da UNITA, e fica mal ao Presidente angolano, que ocupa também a presidência da União Africana.
O Presidente angolano decidiu criar uma comissão interministerial para receber os cidadãos repatriados ou deportados dos Estados Unidos da América (EUA), encaminhá-los e realojá-los nas suas zonas de origem.
Estudantes angolanos acusaram hoje o Governo de "surdez" perante os problemas da educação, "que se agravam anualmente", considerando existir "má-fé e maldade" para solucionarem a falta de carteiras, manuais escolares e de escolas em Angola.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, considerou hoje que Angola "fez a pior figura" ao impedir a entrada de participantes estrangeiros numa conferência internacional sobre democracia, salientando que o Presidente angolano tem "maus conselheiros".
Os gestores da empresa China Sonangol International Holding Limited, com a qual a petrolífera angolana Sonangol-EP manteve um contrato de compra e venda de petróleo bruto por mais de cinco anos, terão burlado 27 carregamentos deste produto, durante três anos, conforme revelou, em Luanda, o representante do Ministério Público (MP) junto da Câmara Criminal do Tribunal Supremo, Lucas Ramos.