A ministra das Finanças de Angola, Vera Daves de Sousa, disse hoje que a preparação da proposta do Orçamento Geral do Estado para 2024 (OGE 2024) respondeu a "um misto de realismo e de conservadorismo”.
O Diretor-Geral do Instituto de Fomento Turístico em Angola, Afonso Vita, tem estado sob escrutínio devido a alegações de nepotismo e alegados desvios de fundos. As alegações envolvem o uso de empresas fictícias para lavagem de dinheiro e extorsão de clientes em busca de alvarás no Ministério. Além disso, surgiram preocupações relacionadas a inspeções não planeadas a estabelecimentos de turismo.
O presidente da Unita, principal partido da oposição angolana, considera que o fracasso das lideranças africanas está por detrás do regresso de golpes de Estado no continente, defendendo uma "transição rápida" do poder dos militares para autoridades eleitas.
O Governo entregou, esta terça-feira, ao Parlamento a proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2024, documento que prevê o aumento salarial na Função Pública em cerca de 5%.
O Sindicato dos Jornalistas de Angola alerta para nova onda de perseguição e intimidação a jornalistas. O líder do sindicato, Teixeira Cândido, pede à Procuradoria-Geral da República que investigue todas as denúncias.
Os voos domésticos no novo aeroporto internacional Agostinho Neto terão início no final do I trimestre de 2024, anunciou, esta segunda-feira, em Luanda, o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu.
O Governo angolano apreciou hoje a proposta do Orçamento Geral do Estado 2024 (OGE-2024), que prevê receitas e despesas fixadas em 24 biliões de kwanzas (29.3 mil milhões de dólares), seguindo o documento agora para a Assembleia Nacional.
A organização não-governamental (ONG) International Crisis Group alertou hoje que a República Democrática do Congo (RDCongo) está a organizar em “condições perigosas” um novo ciclo eleitoral, com presidenciais em 20 de dezembro de 2023 e outras em 2024.
Falta de divisas na banca e atrasos nas transferências levam empresas e particulares a recorrer às kinguilas, o que fez disparar a taxa de câmbio no mercado informal.
Os mandatos do Presidente João Lourenço têm sido profundamente afectados pela situação económica dos angolanos. Não havendo comida nem empregos, aceita-se que os cidadãos não tenham disponibilidade para olhar, com olhos de ver, para o que está a acontecer para além da sua necessidade objectiva de sobrevivência.