O Presidente da República de Portugal aceitou a demissão de António Costa do cargo de primeiro-ministro e convocou os partidos com assento parlamentar para quarta-feira e o Conselho de Estado para quinta-feira e falará ao país a seguir.
A Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) alertou hoje que a dívida dos países menos desenvolvidos está a impedir os investimentos públicos na educação e saúde dos cidadãos, perpetuando o subdesenvolvimento.
O primeiro-ministro, António Costa, pediu a demissão ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, depois de saber que é visado numa investigação autónoma pelo Supremo Tribunal de Justiça por causa dos negócios do lítio e do hidrogénio verde.
A polícia de de Portugal fez nesta terça-feira (7) uma operação de busca e apreensão na casa do primeiro-ministro do país, António Costa, segundo o jornal português "Público".
Pela primeira vez o Estado vai desfazer-se de alguns imóveis em processo de venda aberta, reduzindo assim o custo de manutenção com activos imobiliários que não necessita, mas que permitem um encaixe financeiro.
O Presidente da República, João Lourenço, afirmou, esta segunda-feira, em Caxito, Bengo, que o Estado angolano vai deixar de construir centralidades, depois de erguer as anunciadas para as províncias do Cuanza Norte, Malanje, Zaire e Cabinda.
O Presidente angolano admitiu hoje que ainda se registem casos de negligência médica nos hospitais do país e defendeu que "sejam tomadas as medidas que se impõe” para a responsabilização desses profissionais.
Dois ativistas angolanos detidos a 16 de setembro e condenados a dois anos e cinco meses de prisão efetiva pelos crimes de desobediência e resistência, após participarem numa manifestação contra restrições impostas aos mototaxistas na circulação em Luanda, estão em greve de fome.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) angolana defende a revogação das competências do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) suscetíveis de gerar conflitos face a poderes de regulação e sancionatórios deste em determinadas circunstâncias.
O partido no poder em Angola, o MPLA, ainda tem tempo para reverter a crise social que se vive no país, mas para tal terá de agir com patriotismo, defende o politólogo David Sambongo em declarações à DW África.