O carro de um deputado angolano da UNITA foi atingido a tiro na segunda-feira, em Malanje, mas a Polícia Nacional afastou a tese de atentado, afirmando que os disparos visavam um comerciante.
O Tribunal Supremo (TS) vai, nos próximos dias, reapreciar, para novo parecer, o processo do "caso 500 milhões", que foi "chumbado" no Tribunal Constitucional, que detectou "violações aos princípios constitucionais da legalidade, do contraditório e do julgamento justo", soube o Novo Jornal junto desta corte suprema.
O Presidente da República, João Lourenço, assinou, esta terça-feira, um decreto a exonerar João Manuel Bartolomeu da Cunha, do cargo de secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, André de Jesus Moda, do cargo de secretário de Estado para as Florestas e Ivan Magalhães do Prado, do cargo de secretário de Estado para a Indústria.
Um motorista e um segurança ao Serviço do Banco Sol na província de Malanje foram mortos a tiro hoje, segunda-feira, na sequência de um assalto no mercado municipal.
A Administração Municipal do Talatona, em Luanda, anuiu à proposta de Hélder Trindade indicado recentemente por supostos oficiais da Polícia Nacional (PN), para exercer o cargo de chefe da Fiscalização, no quadro do combate à ocupação ilegal de terrenos naquele município.
A inflação em Angola voltou a aumentar em abril, pelo 12.º mês consecutivo, registando uma variação homóloga de 28,02%, um máximo de quase sete anos, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os deputados à Assembleia Nacional (AN) chegaram a consenso, sobre a pena máxima de oito de prisão para crimes de prostituição de menor, informou o presidente da primeira Comissão, António Paulo.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Luanda (SIC) deteve um cidadão de 26 anos, por circular uniformizado com fardamento da Polícia Nacional, sem pertencer a corporação.
O ministro dos Transportes angolano disse hoje que o país pretende certificar cinco aeroportos a curto e médio prazo, visando garantir mais segurança operacional e conectividade de Angola a nível internacional em vários pontos do país.
Os cidadãos lusófonos que pretendam entrar em Portugal com um visto CPLP vão ter de comprovar meios de subsistência até arranjarem trabalho, mas se quiserem podem optar por outro visto, que permita a circulação na Europa, segundo fonte governamental.