O Procurador-Geral da República (PGR) angolano viajou para a Suíça para estabelecer contactos com as autoridades judiciárias do país helvético para a execução da sentença proferida pelo tribunal angolano no processo do empresário luso-angolano São Vicente.
O Presidente João Lourenço fez (e bem) do combate à corrupção um dos pilares da sua governação. O fenómeno da corrupção é complexo, com tentáculos espalhados por todo o tecido económico e o seu combate levará tempo. Apesar disso, a situação económica reclama por uma nova visão do país sobre os planos de combate à corrupção.
A Direcção Nacional de Recursos Humanos do Ministério da Saúde, anunciou nesta sexta-feira, 10 de Maio, a abertura de uma quota adicional para admissão de 5.511 profissionais no sector em questão, para sete províncias do país.
Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) conclui esta semana uma visita de avaliação pós-financiamento a Angola para monitorizar a capacidade de reembolso da dívida e eventuais riscos que afetem este compromisso.
A coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) de Angola defendeu hoje que este apoio aos bebés recém-nascidos deve ser uma política pública em Angola para abranger as 18 províncias do país.
O economista-chefe do Banco Fomento Angola (BFA) considera que a evolução das taxas de juro verificada na segunda quinzena de abril está a tornar mais difícil a emissão de dívida pública por Angola.
Os deputados angolanos estão indignados com a falta de prestação de contas do poder local. Académico defende a institucionalização urgente das autarquias, mas a ministra das Finanças prefere prometer medidas punitivas.
O atual preço da tarifa de energia não é atrativo para os investidores privados, disse hoje o presidente da Associação Angolana de Energias Renováveis (Asaer), que defendeu igualmente alterações na regulamentação.
O Governo angolano autorizou a transferência total das ações da Galp Energia nos blocos 14 e 32 a favor da petrolífera angolana Somoil, ficando formalmente concluída a operação de venda das ações da petrolífera portuguesa.
O Presidente angolano aprovou taxas de utilizaçao e acesso às áreas de conservação ambiental do país, com valores que vão entre 1.000 kwanzas (1,1 euro) e 8.000 kwanzas (8,8 euros), aplicável aos cidadãos nacionais e estrangeiros.