O sociólogo e empresário Américo de Jesus Valentim Vaz é, em definitivo, o vice-presidente eleito do partido Bloco Democrático (BD), com 331 votos de um universo 652 eleitores.
Higino Carneiro, ou melhor, o famoso general 4×4, parece ter estacionado o seu jipe blindado numa zona proibida: a liderança do MPLA. E quando alguém ousa estacionar onde João Lourenço pintou a faixa vermelha, o reboque do Estado chega rápido, escoltado pela TPA e a Secreta.
A Frente Povo Unido (FPU), nova força política em legalização em Angola, causa desconforto na UNITA por partilhar sigla com a Frente Patriótica Unida. O mentor, Carlos Lopes, ex-UNITA, rejeita acusação de usurpação.
A petrolífera angolana estatal Sonangol inaugurou, há dias, a primeira estação de carregamento de veículos eléctricos no posto de abastecimento do município do Kilamba Kiaxi, em Luanda, no âmbito da estratégia de diversificação energética e de apoio à mobilidade sustentável em Angola.
Num país com o desemprego em alta, muitas vezes é por desespero de causa que os candidatos concorrem a qualquer vaga que esteja disponível, ainda que não cumpram com os requisitos exigidos. O objectivo é tentar uma "fezada" que depois acaba, também, por arrastar os processos de contratação.
O PRA-JA Servir Angola, no Cuanza-Norte, acusou, domingo, em Ndalatando, instituições públicas locais da prática de actos de intolerância política.
O próximo candidato a presidente da UNITA deve ser membro do partido, angolano, conhecer a linha ideológica e política do partido, dos estatutos, com os direitos constitucionais, sem histórico criminal e ter, no mínimo, 35 anos.
A consultora Oxford Economics prevê que Angola ocupe este ano o lugar de maior produtor de diamantes do continente, ultrapassando o Botsuana, mas alerta que a evolução da conjuntura do setor diamantífero não vai garantir ganhos significativos.
O nacionalista e dirigente da UNITA (oposição) Ernesto Mulato lamenta que a independência da Angola, conquistada há 50 anos, não tenha assegurado o bem estar dos cidadãos e considerou que o país vive um "neocolonialismo" sob liderança do MPLA.
O início da tarde desta sexta-feira, 26, aqueceu nas redes sociais. De um lado, parece que uma equipa da TPA decidiu mostrar, nas redes sociais, documentos com assinaturas e detalhes que sustentam a sua reportagem, provando que não inventou factos.