Sexta, 13 de Março de 2026
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A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, descartou, esta semana, a possibilidade do Governo angolano fazer um novo ajuste nos preços dos combustíveis em breve, salientando que esta acção está dependente da avaliação das medidas de mitigação que estão a ser desenhadas.

A consultora Oxford Economics considerou hoje que a descida da taxa de juro de referência em Angola foi "um pouco imprudente" se o objetivo é controlar a inflação, que deverá ficar acima de 20% este ano.

A consultora Oxford Economics reviu hoje em alta a previsão de inflação para Angola, prevendo uma subida de 20,8% nos preços este ano, essencialmente devido aos efeitos da retirada dos subsídios aos combustíveis nos transportes.

A economia angolana cresceu 4,4% em 2024, impulsionada pelo crescimento do setor não petrolífero (5,%), período em que as receitas arrecadadas totalizaram 25,31 biliões de kwanzas (27,6 mil milhões de dólares), anunciou hoje o Governo.

O governo de João Lourenço adiou  para 2028 o fim da subsidiação estatal aos combustíveis, quando já estiver em exercício de funções o Executivo que sair vencedor das eleições gerais de 2027, de acordo com o comunicado do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a avaliação que a equipa técnica fez a Angola no âmbito do pós-programa de financiamento, a que o Expansão teve acesso.

‎O Banco Nacional de Angola decidiu, recentemente, ajustar para nove milhões de kwanzas o limite máximo de transferências por intermédio do cartão multicaixa e doze milhões de kwanzas para o valor máximo em compras nos Terminais de Pagamento Automático (TPA).

O Fundo Monetário Internacional alertou para o agravamento dos riscos na capacidade de pagamento de Angola e reviu em baixa a previsão de crescimento de 2,4% para 2,1%.

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