Banco português vai vender a sua posição ao Grupo Carrinho, que já era acionista de referência do BFA desde o IPO realizado há precisamente um ano. Valor do negócio ascende a 388,5 milhões de euros.
O líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, apelou hoje, no Uíge, para que não se repitam este fim de semana os confrontos entre polícia e militantes de 08 de agosto, de que resultaram vários feridos.
Os gastos com salários do pessoal civil da função pública angolana atingem por mês 245 mil milhões de kwanzas (266,8 milhões de dólares), avançou hoje o Governo, que assinalou um aumento de 2,47% do efetivo comparativamente a 2024.
O presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, insiste que a sua formação política vai concorrer sozinha às eleições de 2027, afastando-se do esforço em curso para a criação de um bloco comum entre os partidos da oposição.
O Ministério do Interior (MININT) divulgou, esta quarta-feira, 2 de setembro, o calendário do Concurso Público de Ingresso Externo/MININT/2026, que estabelece as diferentes fases do processo de recrutamento e os respetivos prazos para acompanhamento pelos candidatos.
Domingos da Costa Mesquita, Anabela Couto de Castro Valente e Artur Domingos Gunza foram admitidos ao processo eleitoral para o cargo de vice-presidente do Tribunal Supremo. Votação está marcada para 8 de Setembro.
A Unidade Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) regressa sexta-feira à cidade de Uíge, depois dos incidentes de 8 de agosto, onde vai reunir o Comité Permanente na preparação para as eleições do próximo ano.
A Administração Geral Tributária (AGT) angolana remeteu, este ano, às autoridades judiciais 35 processos de fraude fiscal aduaneira, avançou hoje a chefe de departamento de Investigação da Direção de Serviços Antifraude do fisco angolano.
Angola aproxima-se de mais um importante ciclo eleitoral num ambiente político marcado por uma crescente intensidade do discurso público, pelo endurecimento das posições partidárias e por uma competição política que, em determinados momentos, parece ultrapassar os limites naturais do confronto democrático.
Uma pergunta a Sua Excelência, o Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social. Já temos uma Lei da Cibersegurança. Mas estamos preparados para o dia em que o WhatsApp ou o Facebook deixarem de funcionar em Angola?