Tudo indica que o presidente de Angola, Sr José Eduardo dos Santos, nunca esteve interessado na criação da grande comissão de verdade e de reconciliação nacional em Angola, que contemplasse o perdão mútuo entre todos os filhos e filhas da terra Angolanos desavindos.
Acusações de violências físicas e roubos por parte da PIR (Polícia de Intervenção Rápida) são lançadas pelos jovens manifestantes, um dia depois da sua detenção. As vítimas anunciam que vão apresentar queixa em Tribunal.
A possibilidade de alargamento do prazo deve-se à fraca cobertura dos agentes de campo em áreas cuja população não tinha sido prevista aquando da elaboração do mapa cartográfico do País.
Está no seu direito. Mas para satisfazer as suas tendências tem de saber que há limites. O Presidente Agostinho Neto conduziu os angolanos num processo revolucionário que terminou com a Independência Nacional. A luta foi difícil, os obstáculos a transpor, inumeráveis. Os perigos eram muitos, a missão exigia mais sacrifícios do que permitia a força humana.
De modo nenhum me agrada ser antipático. Mas o que tenho para dizer e sempre o disse em todos estes anos obriga-me agora a repetir o gesto: o da necessidade de soltar um grito enérgico de protesto contra a classe política do partido-Estado em Angola que, em mais de três décadas, se tem recusado a enfrentar a verdade sobre os fatídicos acontecimentos do 27 de Maio de 1977.
Farzana Iqbal, 25 anos, grávida de três meses, foi apedrejada até à morte por membros da sua família, incluindo o próprio pai, quando esperava para ser ouvida em tribunal esta terça-feira.
Vinte jovens ativistas angolanos queixaram-se hoje de agressões pela polícia por tentarem promover uma manifestação no centro da cidade de Luanda, tendo sido detidos e libertados ao início da noite a 60 quilómetros da capital.
Fica nítido e entendível o quanto o regime déspota implantado na nossa terra, teme a data de 27 de maio! O regime de JES não teme apenas o dia 27 de Maio por essa data representar o dia da maior purga já acontecida em toda a história do nosso país e de toda África e não só.
O peso do petróleo na economia de Angola tem vindo a diminuir e representa actualmente cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB), disse o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos.
Foi reprimida a manifestação convocada para esta tarde em Luanda pelo movimento dos "Jovens Revolucionários" para recordar do 37° aniversário da alegada tentativa de golpe de Estado do 27 de Maio 1977 sob o lema "Chega de chacinas em Angola".