O Governo angolano criou um fundo público para garantir a execução do programa nacional de construção de habitações, que terá ainda a responsabilidade de reunir o financiamento bancário necessário.
A direção político-militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), que reclama a autonomia daquele território angolano, exigiu hoje a "libertação imediata e incondicional" do ativista José Marcos Mavungo, condenado a seis anos de prisão.
Peter Hill, um veterano da aviação comercial, com grande experiência em companhias de primeiro plano mundial, nomeadamente na área geográfica do Médio Oriente e da Ásia, deve ser nomeado nos próximos dias para as funções de Presidente do Conselho de Administração da TAAG – Linhas Aéreas de Angola. Para as funções de vice-presidente executivo transitará o actual presidente, Joaquim Teixeira da Cunha.
Portanto, foi mesmo um golpe de Estado. Depois de uma noite de incerteza, um representante dos militares golpistas anunciou nesta quinta-feira 17 de setembro para a televisão Burkinabe, a demissão do presidente interino Michel Kafando, e a dissolução do governo.
O Presidente do Burkina Faso, Michel Kafando, e o primeiro-ministro, Isaac Zida, foram transportados esta quarta-feira para um campo militar na capital, Ouagadougou, por membros da guarda presidencial que os mantinham reféns desde esta tarde, noticiou a imprensa local.
O activista angolano Raúl Mandela, foi ontem espancado pela polícia, quando com um grupo de activistas, pretendiam protestar contra a condenação de Marcos Mavungo a 6 anos de prisão e exigir a libertação dos 16 activistas presos desde 20 de Junho.
Galo Negro diz que bandeira da recém formada Aliança Patriótica Nacional é semelhante à sua e visa confudir o eleitorado
Membros da Guarda presidencial interromperam, esta quarta-feira, o conselho de ministros em Ouagadougou, detendo os ministros, o chefe do governo e o presidente de transição, Michel kafando, declararam fontes militares.
A eurodeputada do Bloco de Esquerda português, Marisa Matias, disse à Lusa que a condenação de José Marcos Mavungo confirma o autoritarismo do regime angolano, acrescentando que vai continuar a denunciar abusos contra os direitos humanos em Angola.