O Bloco Democrático, uma das mais novas forças de oposição em Angola, espera do Brasil, maior país de língua portuguesa e importante parceiro de Luanda, que se pronuncie "claramente" contra a repressão do governo de José Eduardo dos Santos –há 36 anos no poder– a opositores.
Luanda - Dois supostos marginais foram atingidos com disparos de armas de fogo, na quinta-feira, no bairro do Talatona, durante uma troca de tiros entre os indivíduos suspeitos e uma patrulha motorizada afecta ao Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional (PN).
O alter ego representa o “eu”. É possível ser bom, mau, indolente, perverso e calculista. Tudo em espasmos mínimos de tempo. A rotatividade encontra impulso no contínuo das circunstâncias. Fatos felizes vão trazer felicidade. Fatos tristes causarão desfecho oposto. E no meio do “ziriguidum”, uma incapacidade humana bastante tangente: aceitar as particularidades do próximo.
Empresário angolano que é considerado como testa de ferro de Isabel dos Santos iniciou negociações para adquirir os 33,3% que ainda pertencem à SDC.
José Eduardo dos Santos foi um improvável sucessor de Agostinho Neto à frente do MPLA. Ao fim de 36 anos na cadeira do poder, depara-se com dura uma crise económica e contestação sem precedentes. Para legitimação, pode sempre contar com o trabalho de alguns “historiadores”.
O líder da seita angolana "Kalupeteka", que responde em tribunal por homicídio devido a confrontos com a polícia, não foi notificado para testemunhar no julgamento dos 17 ativistas acusados de rebelião, disse à Lusa o seu advogado.
O primeiro edifício do futuro Centro Financeiro de Luanda, que terá 20 torres de 37 andares cada, já está em construção e vai servir para receber uma unidade de um grupo hoteleiro internacional.
Não é de responder a editoriais do Jornal de Angola (JA) com a baixeza daquele que a 7 me foi dedicado. A mim e a outros luso-angolanos – uma “fauna” que o editorialista, do alto do seu maniqueísmo, logo se encarrega de separar entre bons e maus. Os maus (os figurões..) são-no pela comezinha razão de terem ideias próprias sobre a sua pátria e não fingirem que não têm. A limpeza com que o homem decretaria que não temos raízes em Angola, mas numa remota e inóspita “no man’s land”, se isso estivesse ao seu alcance!
Fica ridículo e até deprimente assistir ingloriamente pessoas inteligentes tentar espremer uma laranja seca, e esperar dela o precioso suco! Isso não é viável, como também não se pode exigir nem esperar que uma mulher estéril tenha filhos pela via normal, sem que haja uma intervenção divina.
O novo governador da província de Luanda reafirmou hoje, aos membros do seu pelouro, que a segurança e a limpeza da cidade são as prioridades da missão que agora assumiu, avisando que o poder não está "na rua".