Luanda - O Consulado Geral de Angola no Porto foi vandalizado na última segunda-feira por um grupo de cidadãos portugueses não identificados, de acordo com uma nota da missão consular, a que a Angop teve hoje acesso.
O Movimento Revolucionário está a convocar para dia 9 de Abril uma manifestação para exigir a libertação imediata dos presos políticos e a destituição do Presidente José Eduardo dos Santos.
Esqueçam por momentos Luaty Beirão e concentrem-se em Alfredo Mambua, um humilde aldeão do norte de Angola. Porquê? Com ou sem genuínos créditos democráticos, Luaty é um privilegiado da corte.
Falou-se muito das relações entre Portugal e Angola, e, como sempre, confundindo-se completamente conceitos e palavras-chaves sobre a matéria.
O embaixador itinerante de Angola, Luvualu de Carvalho, considerou que a sucessão do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, não vai provocar cisões no MPLA, partido no Governo.
Os homens que mandam em Angola são os novos colonos. Os legitimos herdeiros da luta do MPLA pela independência e pela liberdade são os 17 jovens corajosos que cometeram o crime de pôr em causa os interesses do Presidente, dos seus generais e da sua corte.
O embaixador itinerante de Angola, Luvualu de Carvalho, afirma que existem muitas oportunidades para os portugueses que queiram investir ou trabalhar em Angola, mas reconheceu que «as condições já não são as mesmas».
A declaração da UNITA face á condenação dos jovens ativistas deixou de boca aberta a maior parte da sociedade politica inteligente ativa, não é que os burocratas do partido do galo negro saíram à rua para afirmar estupidamente, diga-se de passagem, que a solução da crise e das condenações dos ativistas políticos passa pelas eleições de 2018.
O embaixador itinerante de Angola, Luvualu de Carvalho, considerou que a sentença dos ativistas acusados de preparar uma rebelião não interessa a 99 por cento dos angolanos e que este caso não afeta a imagem externa do país.
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, felicitou Denis Sassou Nguesso, declarado como vencedor das eleições na vizinha República do Congo, considerando que a votação representa a "confiança" do povo no chefe de Estado reconduzido nas funções.