O comandante do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) destacado no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, superintendente de migração Belarmino da Silva Quiala, encontra-se detido pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por alegado envolvimento num esquema de facilitação da emissão de vistos e apoio à imigração ilegal, apurou o Imparcial Press junto de fontes próximas do processo.
Um procurador-geral da República adjunto colocado na sala das garantias do Tribunal da Comarca do Namibe, identificado por Pelicano Pedro, está a ser acusado de abuso de poder e assédio sexual contra duas jovens, sendo uma de 19 e outra de 23 anos, residentes na cidade do Lubango.
As autoridades de transição da Guiné-Bissau classificaram Angola como um país que realiza eleições fraudulentas, com processos viciados, e que mantém uma “democracia de fachada”, reagindo às declarações do chefe de Estado angolano sobre a crise política guineense na cimeira da União Africana.
O Tribunal Supremo manteve a medida de coação pessoal de termo de identidade e residência ao arguido Higino Carneiro, rejeitando o pedido do Ministério Público angolano de apreensão dos seus passaportes, segundo um despacho do juiz de garantias.
O ex-presidente norte-americano Barack Obama condenou este sábado as operações da polícia federal de imigração dos Estados Unidos (ICE) em Minnesota, comparando-as a comportamentos observados em “ditaduras”.
Os chefes de Estado que participaram na cimeira da União Africana (UA) deixaram hoje, no encerramento, a mensagem de “tolerância zero” para mudanças inconstitucionais de governo no continente e sublinharam a necessidade de por termos aos conflitos.
Os mercados informais, conhecidos popularmente como “praças”, desempenham um papel central na vida económica e social de Angola. Estes espaços garantem o acesso a alimentos a preços acessíveis e constituem uma fonte essencial de rendimento para milhares de famílias que dependem do comércio diário para sobreviver.
Desde a introdução do multipartidarismo em Angola, em 1992, os sucessivos processos eleitorais — realizados em 1992, 2008, 2012, 2017 e 2022 — têm sido acompanhados por denúncias de irregularidades levantadas pela oposição e por setores da sociedade civil. As acusações, frequentemente protagonizadas pela União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), alimentam um debate político que ultrapassa as fronteiras angolanas e chega regularmente ao espaço político português.
As eleições representam, em teoria, o momento mais elevado da expressão democrática de um povo. São a oportunidade de escolha, alternância e legitimação do poder político. Em Angola, porém, o debate em torno da transparência eleitoral tornou-se recorrente e estrutural ao longo das últimas décadas.
O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, declarou, sexta-feira, na cidade do Lubango, Huíla, a inoperância bélica da FLEC na província da Cabinda.