A FNLA abriu o “ano político” com a retoma da troca de acusações entre militantes e a direcção, após um número de membros divulgar, sexta-feira, uma “Declação Política”, em nome do Comité Central, na qual, além das já conhecidas acusações de violações dos estatutos, afirmam que o actual presidente do partido “não tem capacidade política para ser o cabeça de lista às Eleições Gerais de 2027”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.
A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) anunciou a abertura de quatro concursos públicos para contratar exclusivamente entidades nacionais que vão fornecer meios materiais para o processo de preparação e realização das Eleições Gerais de 2027.
2026 surge como mais um capítulo previsível na história política angolana: o chamado ano do carinho. Um ano que antecede as eleições gerais e que, como manda a tradição, transforma políticos outrora distantes em figuras mansas, sorridentes e aparentemente preocupadas com o sofrimento do povo.
O crime do meu camarada Paka, foi não ter-se vergado nem se ajoelhado em obediência aos caprichos do Senhor ordens superiores.
O Tribunal da Comarca de Viana aplicou a medida de prisão preventiva a dois cidadãos implicados no processo conhecido publicamente como “Caso Belma”.
Igrejas cristãs angolanas manifestaram hoje solidariedade para com a menor de 15 anos alegadamente abusada sexualmente e agredida no passado fim de semana, apelando a que se dê voz às vítimas.
O nome do antigo vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente voltou a surgir nos bastidores políticos como uma das hipóteses em avaliação no quadro da sucessão. segundo fontes que acompanham o processo, a ideia tem vindo a ser impulsionada pela ala de tecnocratas do MPLA e por figuras ligadas ao universo petrolífero, onde o também antigo responsável da Sonangol continua a manter influência e reconhecimento.
Nos últimos tempos, Angola tem sido palco de acontecimentos inquietantes que revelam uma perigosa erosão da confiança dos cidadãos nas instituições de justiça. Multiplicam-se relatos de crimes cujos autores são indivíduos que, paradoxalmente, deveriam garantir a protecção da população, agentes ligados aos órgãos judiciais, ao Ministério do Interior e ao Ministério da Defesa.
Um país não se destroi apenas com guerras. Destroi-se quando a lei se vende, quando a autoridade se prostitui, e quando a impunidade se transforma em rotina.