Não haverá indemnização aos funcionários, porque não há condições , porque quem financiava deixou de o fazer, diz fonte junto da administração da Vida Tv.
A UNITA, o maior partido na oposição angolana, apresentou hoje no parlamento um projeto de lei sobre a Liberdade de Reunião e de Manifestação que visa revogar a lei vigente, "por ser inconstitucional", e "salvaguardar a integridade" dos cidadãos.
O administrador não executivo do Grupo Africell, embaixador J. Peter Pham, considerou que um setor de telecomunicações desenvolvido “é indispensável" para a diversificação da economia angolana.
No Orçamento Geral do Estado 2020 revisto, o governo começou por dizer que ia gastar 1,7 biliões Kz com as escolas e os hospitais e 1,2 biliões Kz com os quartéis e as esquadras. Acabou por gastar 2 biliões Kz com a defesa e seguranças e apenas 1,5 biliões Kz com a educação e a saúde, de acordo com a execução orçamental. Uma história que se repete desde 2018.
O empresário angolano-brasileiro, disse hoje, em Luanda, que respondeu a todos os pedidos de esclarecimentos da justiça francesa num processo em que o Banco Nacional de Angola terá sido supostamente defraudado em 45 milhões de dólares (37 milhões de euros).
O combate político-partidário no País e o como a UNITA diversificaria a economia se chegasse ao poder despontam entre as questões afloradas pelo secretário provincial do «Galo Negro» em Benguela. Em entrevista ao Novo Jornal, Adriano Sapinãla acusa o partido no poder de «manipulações» de votos, critica o fraco investimento no campo e questiona por que razão o Presidente da República prometeu 500 mil empregos «se sabia que não o iria conseguir».
Nas Reuniões Anuais do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), realizadas em formato virtual de quarta a sexta-feira, uma delegação angolana liderada pela ministra das Finanças, Vera Daves, decidiu não discutir a obtenção de novos financiamentos, o que sucede com base no reconhecimento de que o país tem “limitações de espaço para endividamento”.
A Cedesa, entidade que analisa assuntos políticos e económicos de Angola, defendeu hoje que a petrolífera angolana Sonangol deve adquirir uma empresa de energias renováveis para desenvolver este negócio e tornar-se mais atrativa para a privatização.
O empresário angolano-brasileiro disse hoje, em Luanda, que não responde em nenhum processo na justiça angolana relacionado com suspeitas de corrupção, negando qualquer benefício nos seus negócios por alegada proximidade ao ex-Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.
O primeiro secretário do MPLA em Luanda, Bento Bento, apelou hoje (sábado) no distrito urbano da Maianga, aos organizadores das manifestações a utilizarem os meios democráticos para alcançar o poder e a deixarem de lado as campanhas de desestabilização para destituir o presidente do MPLA e de incitar a violência, que é um atropelo a Constituição.