Membros do auto-denominado Movimento Revolucionário em Angola garantem que nada mudou e que a manifestação agendada para este sábado, 26, para exigir a destituição do Presidente da República, vai acontecer mesmo depois de um grupo de jovens ter dado uma conferência de imprensa a pedir desculpas a João Lourenço e anunciar que o protesto estava cancelado.
A Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) vai instalar, provisoriamente, pontos coletivos de água para os moradores do bairro São João, após a Lusa noticiar a escassez de água naquela zona do município do Cazenga.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) apresentou, sexta-feira, 25 de Junho, na província de Luanda, os resultados operacionais no âmbito do combate à redes criminosas, que se dedicavam a falsificação de moedas estrangeiras, com realce para o dólar norte-americano.
A ex-administradora municipal do Golungo Alto, Teresa da Costa (na foto), e seus cúmplices lesaram o Estado em 132 milhões, 245 mil, 325 kwanzas, retirados da instituição em pagamentos de despesas e serviços que nunca chegaram a ser executados.
O poder não tem muito espaço de manobra na sua estratégia de luta contra a oposição para a sua manutenção no poder.
O conceituado economista Fernando Heitor voltou a manifestar a sua repulsa com a forma como foi afastado do cargo de administrador executivo do Banco de Poupança e Crédito (BPC), que considera não ter sido exonerado, mas sim pontapeado para a rua.
O Governo da Província de Luanda manifestou-se hoje preocupado com as enchentes que se verificam nos funerais, em desrespeito das medidas de segurança determinadas pelas autoridades na luta contra a covid-19.
O professor catedrático angolano Carlos Mariano defendeu hoje que as "assimetrias regionais e de favorecimento de uns" no país "não contribuem para o conceito de unidade nacional", considerando que Angola "está em fase incipiente" da sua construção nacional.
Cristina Armando Kizala, de 43 anos, mulher do 2º secretário provincial do MPLA no Bengo, João Mpilamosi, foi morta a tiro esta madrugada, no interior na residência onde vivia, na zona do Benfica, município de Belas, em Luanda, por criminosos até aqui não identificados, soube o Novo Jornal junto de fontes familiares.
Nfuka Muzemba, foi Presidente do MEA, onde destacou-se até atingir o cargo mais elevado da JURA - braço juvenil do partido UNITA, tendo mobilizado os jovens deste partido a aderir a onda de manifestações que tiveram início em 2011, ganhou protagonismo, foi preso e daí começou a inversão de valores.