A Associação Mãos Livres, organização angolana de defesa dos direitos humanos, pediu hoje a responsabilização dos autores dos disparos da polícia que causaram a morte de uma vendedora ambulante, numa “violação greve do direito à vida” por parte das autoridades.
De acordo com informações que Angola24Horas teve acesso, o presidente da República, João Lourenço, está ser atribuída a intenção de aproveitar o processo de nomeação de um novo PGR como oportunidade para provar que à Justiça em Angola é mais independente do poder político do que consta de generalizadas avaliações, internas e externas sobre o assunto em questão.
Agentes da fiscalização e da Polícia Nacional, no Talatona, estão a ser acusados de terem destruído na quinta-feira, 8, as obras de camponeses da associação “Ana Ndengue”, sem mandado judicial.
O mundo celebra hoje, 10 de Dezembro, a declaração universal dos direitos humanos e, para saudar a data, o Bloco Democrático e a Sociedade Civil angolana agendou realizar uma marcha em prol dos Direitos humanos, segundo apurou Angola24horas.
Uma vendedora ambulante (zungueira) foi atingida por disparos policiais, na sexta-feira, em Luanda, durante uma atividade de fiscalização, informou hoje o Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional.
O Governo angolano indeferiu a marcha pelos direitos humanos em Luanda, convocada pelo Bloco Democrático para celebrar o 74.º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos.
O Governo angolano disse hoje que a proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2023 tem um saldo global superavitário de 0,9% e que a taxa de crescimento prevista será maior a taxa de crescimento da população.
O Serviço de Investigação Criminal em Luanda, apresentou nesta quinta-feira, 08 de Dezembro, no Comando Municipal do Cazenga da PNA, um cidadão nacional de 20 anos de idade, implicado no Crime de Homicídio Qualificado em Razão da Qualidade da Vítima (Avó Paterna do Homicida), cidadã de 65 anos de idade, no Município do Cazenga.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) acusou hoje o Governo português de "apoiar militarmente a agressão angolana em Cabinda", pedindo ao Parlamento Europeu para "denunciar a ambiguidade" de Portugal neste diferendo político-militar.
A Juventude Bloquista (JB), o braço juvenil do partido Bloco Democrático (BD), exige que os três jovens implicados nos alegados crimes de difamação e calúnia contra o Presidente João Lourenço e ultraje ao Estado angolano sejam postos em liberdade, por não haver matéria que os incrimine.