Terça, 14 de Abril de 2026
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Diferentes fontes contactadas pela VOA confirmam que os acordos entre Angola e a China assinados na semana passada durante a visita de José Eduardo dos Santos àquele país prevê a entrega de  500 mil hectares de terra arável e com água aos chineses, como 30 por cento de garantia do empréstimo concedido a Angola. As terras encontram-se localizadas na província do Kuando Kubango.

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais Júnior, considerou hoje como "uma vantagem" o recente acordo entre o Governo angolano e a China, que prevê apoio financeiro chinês em moldes ainda desconhecidos.

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A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição, exigiu hoje ao Governo angolano a divulgação pública do teor dos acordos estabelecidos na recente visita do Presidente José Eduardo dos Santos à China.

Terça, 16 Junho 2015 12:06

Sonangol assegura domínio do ex-BESA

Petrolífera estatal angolana é o maior accionista do Banco Económico, com 39,4% do capital.

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A situação do ativista angolano Marcos Mavungo, detido há três meses em Cabinda, foi hoje abordada por outros ativistas com o secretário de Estado para os Direitos Humanos de Angola, a quem pediram uma intervenção direta.

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O Comando Municipal da Policia de Capenda Camulemba, notificou hoje Muene Capenda Camulemba para comparecer naquela Unidade Policial na proxima quarta feira dia 17 de Junho do corrente, pelas 9 horas.

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Cerca de 700 famílias tiveram as suas casas demolidas no chamado Bairro 4 de Abril. por trás da centralidade de Sequele no Cacuaco. As autoridades dizem que as casas foram construídas ilegalmente em terrenos do Estado.

A dívida pública colocada por Angola desceu 61 por cento no espaço de uma semana, fixando-se em cerca de USD 340 milhões, a uma taxa de câmbio média de referência do mercado cambial interbancário de 118,920 Kwamzas, indica uma nota de imprensa publicada hoje, segunda-feira, no seu site.

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A informação consta de uma carta de ratificação, de 27 de maio, assinada pelo chefe de Estado angolano, que surge depois da validação do acordo, em abril, pela Assembleia Nacional de Angola, que prevê nomeadamente missões conjuntas de apoio à paz.

O braço armado da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), que reclama a autonomia daquele território angolano, exigiu hoje a retirada dos cidadãos dos cidadãos chineses daquele enclave, ameaçando que essa presença "será severamente punida".

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