O Governo angolano lançou hoje, em Luanda, um plano para reconciliar vítimas dos conflitos políticos e militares, entre 1975 e 2002, cuja implementação é desafiada pelo “progresso mais lento” de inclusão social causado pela crise económica e financeira do país.
A presidência da República de Angola, pela primeira vez, na era de João Lourenço, foi abalada por um protesto de jovens que pressionavam o cordão policial para se aproximarem a 100 metros do Palácio.
Uma família composta por pai e cinco filhos permaneceu ontem, durante quase todo o dia, em frente à entrada principal do edifício sede da Sonangol, no centro da cidade de Luanda, em protesto a um suposto incumprimento de uma indemnização, prometida há seis anos, pela petrolífera nacional.
O ministro dos Recursos Naturais e Petróleos, Diamantino Pedro Azevedo, afirmou hoje que Angola “caminha no sentido contrário aos monopólios” e defendeu a transparência como meio de captar mais investimento privado.
O Governo angolano salientou hoje que os Estados "não podem ignorar ou restringir" a obrigação de proibição absoluta da tortura ou maus tratos "mesmo em tempo de guerras" ou outras "emergências que ameacem a vida humana".
A empresária angolana Isabel dos Santos sublinhou a importância do Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA), afirmando que está a trabalhar com agentes externos, segundo um artigo hoje publicado pela revista financeira britânica Global Banking & Finance Review.
Algumas das viaturas que ficaram mais de quatro anos retidas em diversos parques no Cunene, por força dos decretos presidenciais que proibiam a entrada ao país de automóveis ligeiros com o tempo de uso superior a três anos, bem como a circulação de veículos com volantes à direita, estão a ser comercializadas na República Democrática do Congo (RDC) e na Zâmbia
Programa de privatizações lançado por João Lourenço afeta 195 empresas, algumas com capital português. Caixa Geral de Depósitos, Mota-Engil e Galp são algumas das que detêm participações nas firmas.
Já se passaram seis meses desde que o banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC) foi encerrado e os trabalhadores clamam pelos pagamentos dos seus honorários que não estão a ser pagos desde Fevereiro do corrente ano
Uma denúncia à Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE) levou à detenção de um efectivo da Polícia Nacional, acusado de extorquir dinheiro a jovens que faziam serviço de táxi, em Viana.