As autoridades angolanas estão a efectuar diligências junto da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), com vista a beneficiar de apoio aos programas de controlo e gestão de queimadas no país.
A Comissão de Mandatos, Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Nacional agendou, para o início do próximo mês de Setembro, uma audição sobre a ausência prolongada da deputada Welwitschia dos Santos nas reuniões plenárias e trabalhos do Parlamento.
A equipa de reportagem da Rádio Nacional de Angola (RNA), a semelhança do que parece já se tornar habitual, será novamente a última a desembarcar em Tóquio, no Japão, para a cobertura da visita de Estado do PR, João Manuel Gonçalves Lourenço.
A contestação popular em Angola está a mudar. Com a chegada ao poder de João Lourenço e o fim da proibição das manifestações, os angolanos, a braços com um desemprego galopante, começam agora a sair à rua para cobrar as promessas feitas pelo Presidente durante a campanha eleitoral
Activistas cívicos e de direitos humanos vão enviar uma petição ao Conselho Superior da Magistratura Judicial pedindo a demissão do juiz presidente do Supremo Tribunal Rui Ferreira.
As novas concessões de direitos mineiros que vão a concurso em Angola serão “100% privadas” no caso dos fosfatos e ferro, mas terão uma participação estatal “ainda por definir” no caso dos diamantes, revelou o ministro da tutela.
A Fundação 27 de maio, que representa as vítimas da alegada tentativa de golpe de Estado em 1977 em Angola, manifestou-se hoje contra a construção de um monumento único para todas as vítimas do conflito político no período pós-independência.
O Governo angolano lançou hoje, em Luanda, um plano para reconciliar vítimas dos conflitos políticos e militares, entre 1975 e 2002, cuja implementação é desafiada pelo “progresso mais lento” de inclusão social causado pela crise económica e financeira do país.
A presidência da República de Angola, pela primeira vez, na era de João Lourenço, foi abalada por um protesto de jovens que pressionavam o cordão policial para se aproximarem a 100 metros do Palácio.
Uma família composta por pai e cinco filhos permaneceu ontem, durante quase todo o dia, em frente à entrada principal do edifício sede da Sonangol, no centro da cidade de Luanda, em protesto a um suposto incumprimento de uma indemnização, prometida há seis anos, pela petrolífera nacional.