O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) disse hoje aguardar mais informações sobre a fusão do Ministério da Comunicação Social com o das Telecomunicações, referindo, no entanto, não esperar "grandes alterações da vida da classe jornalística do país".
O português Ivo Campos, treinador do Interclube de Angola, elogiou o facto de ter sido decretado há seis dias o estado de emergência pelo governo angolano, devido à pandemia de covid-19, aconselhando os cidadãos a isolarem-se.
O Ministério da Comunicação Social foi absorvido pelas Telecomunicações na reestruturação do executivo angolano, que anunciou na semana passada a redução do governo de 28 para 21 ministérios, segundo um diploma a que a Lusa teve hoje acesso.
O uso excessivo da força por parte de alguns efectivos das forças de defesa e segurança, bem como as agressões físicas dos cidadãos aos efectivos da Polícia Nacional e das Forças Armadas Angolanas marcaram, pela negativa, as últimas 24 horas do sexto dia do Estado de Emergência, que vigora no país desde 27 de Março último.
O secretário de Estado para a Saúde Pública anunciou ontem, em Luanda, que a partir de hoje, 90 pessoas começam a sair dos centros de quarentena do Calumbo I e II, na capital, depois dos resultados terem dado negativo.
A Movicel, empresa angolana de telecomunicações móveis, anunciou em comunicado atribuir pacote especial gratuito aos seus clientes no âmbito do Plano de Contingência ao Covid-19 no país.
Estrangeiros que estejam em Angola com visto caducado terão o documento válido até 15 de maio, devido às medidas excecionais previstas no estado de emergência, afirmou o porta-voz do ministério do Interior (MININT), Valdemar José
Angola regista mais um caso positivo de infeção pelo novo coronavírus, somando oito no total, anunciou hoje o secretário de Estado da Saúde angolano, Franco Mufinda.
A Assembleia Nacional de Angola aprovou para o seu funcionamento em 2020 um orçamento de aproximadamente 58 milhões de euros, mas apela à contenção nas despesas por reconhecer que a verba é “insuficiente” para as necessidades reais.
A Ordem dos Médicos de Angola manifestou-se solidária com a determinação do Governo de recrutar quadros reformados do setor da saúde para enfrentar a pandemia Covid-19.