O economista chefe do Standard Bank Angola (SBA) e Moçambique, Faúsio Mussá, disse hoje que Angola poderá “perpetuar” a sua dependência ao setor petrolífero se não houver progresso nas reformas, admitindo pressão para o aumento de despesas sociais.
O assessor da presidência do Partido Nacionalista para Justiça de Angola (P-NJANGO), António Miguel, disse, ontem, a OPAIS, que é falsa a noticia posta a circular sobre uma suposta extinção da organização pelo Tribunal Constitucional.
O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse hoje que apesar do rácio da dívida angolana pelo PIB ter “reduzido drasticamente”, o nível de endividamento do país “ainda é elevado, consome grandes recursos”, exortando para a “prudência fiscal”.
A Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE), na província do Cunene, deu início esta quarta-feira, 16 de novembro, no município de Ombadja, várias acções de fiscalização sobre a execução dos projectos do PIIM, PIP e os Programas de Combate à Pobreza.
A ministra da Saúde angolana anunciou hoje o início, na segunda-feira, da quarta dose de reforço da vacina contra a covid-19, doença com mais de 104 mil casos registados desde o início da pandemia e 1.922 óbitos.
O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA) admitiu hoje que a depreciação do kwanza (moeda angolana) pode causar “grande instabilidade” na economia do país, ainda dependente de importações, criticando a liberalização das taxas de câmbio.
A taxa de desemprego em Angola fixou-se em 30% no terceiro trimestre, uma redução de 4,1 pontos percentuais face ao período homólogo, com o desemprego duas vezes superior nas zonas urbanas face às rurais.
Após fracassada participação em seu primeiro pleito eleitoral de 24 de Agosto deste ano, o Partido Nacionalista para Justiça de Angola (P-NJANGO) foi considerado extinto, através de um despacho do processo n° 1047-B/2022, datado no dia 14 de Novembro, a pedido da Procuradoria Geral da República.
A crise política que a coligação eleitoral CASA-CE vem enfrentando, desde as últimas eleições gerais, em que perdeu os seus 16 deputados, está a forçar o desmembramento dos partidos políticos coligados
Em fase de greves em vários sectores da vida de Angola, a Federação dos Sindicatos da Administração Pública, Saúde e Serviços afirma que os protestos são alimentados por um Executivo que, como realça, cria ilhas para resolver os problemas salariais, ignorando interlocutores válidos.