João Lourenço diz que existe "capital não mensurável" que dá vantagem aos empresários que querem apostar em Angola. O facto de não haver "irritantes" permite aos dois países estarem "plenamente focados no potencial" que podem atingir, acrescenta António Costa.
A Associação Mãos Livres, defensora dos direitos humanos, responsabilizou hoje o Governo angolano pelos protestos contra a subida do combustível, que resultaram em cinco mortos e oito feridos na província do Huambo, considerando esta uma “decisão política precipitada”.
O primeiro-ministro anunciou hoje que o consulado virtual de Portugal vai entrar em funcionamento a partir do dia 10, considerando que se trata de uma passo para desburocratizar e aliviar a procura junto dos serviços consulares.
Associação recordou o caso de Manuel Vicente e a carta que enviou a António Costa a pedir que obtenha garantias formais de João Lourenço de que o ex-vice-presidente de Angola venha mesmo a ser julgado.
O Presidente angolano afirmou hoje que o 13 passou a ser "o número da sorte" entre Portugal e Angola e revelador do empenho dos dois países em fazer mais e melhor, numa alusão ao número de acordos assinados em Luanda.
O deputado da UNITA (oposição) Francisco Viana considerou hoje que Angola se encontra numa “situação catastrófica”, onde a fome e miséria aumentaram e a criminalidade e prostituição “dispararam”, em quase meio século de independência, defendendo um “projeto de nação consensual”.
O presidente da Associação de Motoqueiros e Transportadores de Angola (Amotrang) disse que ficou marcado para hoje o início da entrega dos cartões a taxistas e moto taxistas que vão beneficiar de apoios públicos ao preço da gasolina.
Angola e Portugal deram hoje nota positiva à colaboração da justiça portuguesa com as autoridades angolanas no combate à corrupção, realçando que as solicitações de Luanda têm sido atendidas.
A polícia angolana dispersou, no Huambo, um protesto de taxistas contra a subida do preço dos combustíveis no país. Os agentes do Estado alegam ter agido para "repor a ordem". Alguns manifestantes foram detidos.
O engenheiro agrónomo angolano Fernando Pacheco criticou hoje a "subida brusca de quase 100%" do preço da gasolina no país, que tem "efeitos gravosos" na vida das pessoas, na inflação e na confiança ao Governo, defendendo "aumento gradual".