A paz, em Angola, não se consuma com o calar das armas. É verdade que houve a paz do calar das armas depois de um longo período de guerra, algo que os angolanos devem agradecer a Deus.
Luaty Beirão está em greve de fome há 34 dias e apesar de não conseguir ter noção da onda de apoio à sua libertação, afirma estar comovido com a solidariedade.
O empresário que "possibilitou a grandes grupos estatais chineses o acesso aos recursos naturais africanos" foi preso no início deste mês num hotel da capital chinesa. Helder Bataglia, da Escom, e Manuel Vicente, actual vice-presidente de Angola, estão entre o rol de empresários com que negociou.
O porta-voz da UNITA considera que a prisão de ativistas angolanos revela a "intolerância política" do governo de José Eduardo dos Santos, que "traiu" os ideais dos três movimentos que lutaram pela independência.
Marcolino Moco admite candidatar-se a presidente de Angola se houver abertura política para isso.
O Governo angolano criou um comité para elaborar um modelo "mais eficiente" para o setor petrolífero do país e melhorar o desempenho da concessionária estatal Sonangol, informou a Casa Civil do Presidente da República.
A maioria dos 14 activistas, presos com Luaty Beirão, vive nos bairros da periferia de Luanda. São músicos, engenheiros, professores universitários, trabalhadores por conta própria e estudantes. Não abdicam dos livros nem dos estudos. Estão presos há 126 dias.
Venda de 66% da Efacec Power Solutions pelos grupos José de Mello e Têxtil Manuel Gonçalves à empresária angolana Isabel dos Santos foi concluída. Ângelo Ramalho assume presidência executiva.
A continuação da detenção dos ativistas angolanos, entre os quais o luso-angolano Luaty Beirão, foi hoje classificada como "arbitrária" pelo relator especial das Nações Unidas sobre a situação dos Defensores dos Direitos Humanos, Michel Forst.