A Amnistia Internacional considerou hoje que o julgamento de 15 ativistas angolanos detidos é um “teste crucial” à independência do sistema judiciário, apontando o prolongamento da prisão preventiva como um sinal de “justiça travestida” existente em Angola.
Um dos advogados que defende os 17 ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião denunciou que foi hoje impedido de consultar o processo “por ordens superiores”, apesar do início do julgamento marcado para segunda-feira, em Luanda.
O Governo angolano prevê aumentar o ‘stock’ de dívida pública no próximo ano para 49,2 mil milhões de dólares (45,6 mil milhões de euros), equivalente a metade da riqueza nacional a gerar pelo país em 2016.
O líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, disse hoje que o país precisa de crescer seis por cento ao ano para poder "reduzir significativamente a pobreza".
Brasília - Familiares e amigos no Brasil do músico e activista luso-angolano Luaty Beirão, entregaram esta quarta-feira, 11 de Novembro, uma carta dirigida Dilma Rousseff na qual solicitam a suspensão das relações económicas e políticas com Angola até à libertação dos presos políticos.
Os preços em Luanda já subiram mais de 12 por cento este ano, até outubro, muito acima do intervalo definido pelo Governo para 2015, segundo informação do Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.
O líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, anunciou hoje uma renovação de 45% dos cargos diretivos no partido, no poder desde 1975, mas sem clarificar se pretende recandidatar-se.
As próximas eleições gerais em Angola deverão realizar-se em agosto de 2017, disse hoje em Luanda o líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.
O Jornal de Angola foi impedido ontem de cobrir o lançamento em Luanda da campanha de Isaías Samakuva à presidência da UNITA.
Os advogados que defendem os 17 ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião denunciaram hoje que a quatro dias do julgamento continuam sem ter acesso ao processo, queixando-se de falta de condições para uma “defesa justa”.