O gabinete de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA) prevê que o crescimento da economia angolana abrande para 4% este ano, com a inflação a ficar acima de 20% no conjunto do ano.
O novo livro de Domingos da Cruz, "Ferramentas para Destruir o Ditador e Evitar Nova Ditadura", foi bloqueado no aeroporto de Luanda, em Angola, pelos serviços de segurança do Estado.
A Associação de Defesa do Consumidor em Angola manifestou-se hoje surpresa com o anúncio do aumento das tarifas da água e eletricidade e prometeu avançar, segunda-feira, com uma providência cautelar para a suspensão da medida governamental.
Os antigos bastonários da Ordem de Advogados de Angola (OAA) consideraram que qualquer ato para impedir o diálogo nacional sobre o pacote legislativo eleitoral promovido por esta instituição é inconstitucional e ilegal.
A ministra da Educação de Angola afirmou que existe a necessidade de 2.573 novas escolas para diminuir a quantidade de alunos a estudar em condições precárias e a entrada de novos alunos, noticiou hoje a imprensa local.
Partido do ‘galo negro’ não deixa dúvidas de que pretende fazer um conjunto de reformas às leis eleitorais. Nas linhas que se seguem, acompanhe a reflexão do jurista Rui Verde.
A Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) criticou o cancelamento do debate promovido pela congénere angolana sobre o pacote eleitoral, classificando a decisão do Tribunal da Relação de Luanda como um “veto à missão do judiciário angolano”.
Participantes no debate sobre o pacote legislativo eleitoral angolano que o Tribunal da Relação de Luanda inviabilizou consideraram "uma aberração o que aconteceu", estranhando a celeridade para impedir o evento, promovido pela Ordem dos Advogados de Angola (OAA).
O banco Nacional de Angola (BNA) decidiu mexer na taxa de câmbio depois de estar estagnada durante cinco meses desde que atingiu a barreira dos 912,0 Kwanzas por dólar em Dezembro do ano passado. Esta quarta-feira uma 1 dólar valia 911,955 Kz, o que significa que o kwanza apreciou apenas 0,005% face ao dólar.
O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, esclareceu, esta quarta-feira, os principais propósitos que norteiam a proposta de revisão da Lei Eleitoral.