Os passageiros da companhia aérea nacional, TAAG, presentes na África do Sul, Portugal e Brasil e que pretendam regressar ao país, antes do dia 24 do corrente mês, data de início da suspensão dos voos com esses países, estão livres das taxas de alteração da data da viagem.
Histórico político do MPLA terá sido «apanhado» em incompatibilidade no processo de disputa por parcelas de terra a Sul de Luanda. Carta a solicitar pedido de perda de mandato de deputado já entregue à Assembleia Nacional.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) afirmou que vai tentar "compreender" a suspensão, por parte de Angola, de “voos regulares com Portugal e não com outros países europeus”, uma medida anunciada hoje por Luanda.
A Universidade Aberta assegurou hoje que todos os alunos pagam o mesmo valor de propinas, explicando que a diferença dos valores divulgados numa tabela se devia a despesas de exames de alunos fora de Portugal que já não são cobradas.
Os deputados do MPLA condenaram, nesta quinta-feira, os actos de violência, intimidação ou de coacção protagonizados por apoiantes do Presidente dos EUA, Donald Trump, contra congressistas americanos, no Capitólio.
O Tribunal Constitucional de Angola suspendeu a nomeação de, Aguiar Laurindo, para o cargo de secretário-geral da FNLA, até ao desfecho da acção interposta por Pedro Makombe Dala,antigo número dois da organização.
Angola vai passar, a partir de sábado, a exigir aos viajantes que entram no país a realização de um teste pós-desembarque, sendo determinado o isolamento institucional em caso de resultado positivo ao novo coronavírus.
Angola vai suspender as ligações aéreas com Portugal, Brasil e África do Sul, a partir das 00:00 do dia 24 de janeiro, anunciou o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida.
O Ministério das Relações Exteriores (MIREX), poderá exonerar, do seu quadro de efectivos, funcionários que levam conteúdos institucionais deste órgão, de forma comprometedora para as redes sociais.
O presidente da República, João Lourenço, usou indevidamente o dinheiro do fundo soberano, partilhando-o, alegadamente, com os seus amigos administradores "incompetentes", através do PIIM que geriram sem fiscalização, nem prestação de contas, afirma Samussuku.