O presidente da Sonangol, Gaspar Martins, disse hoje que a petrolífera estatal angolana é hoje uma empresa “muito diferente”, demarcando-se de casos de alegada corrupção que aconteceram no passado.
Os deputados da UNITA pelo círculo provincial do Namibe esperam que a exploração do primeiro poço petróleo a ser perfurado em 2024, como avançou o Executivo angolano, venha a criar postos de emprego para os habitantes locais e exigem que as empresas cumpram com as suas responsabilidades sociais.
Angola pediu, esta terça-feira, em Tiblissi (Geórgia), a efectiva cooperação entre os Estados para a recuperação de 50% de activos angolanos em vários países, no âmbito do combate à corrupção.
As grandes agências de notícias operam sistematicamente para a propagação da desinformação. Muitas vezes, nossas opiniões nos foram habilmente sugeridas pela manipulação da mídia sem que tivéssemos plena consciência disso.
A ministra das Finanças disse que tomou contacto com informações nas redes sociais que dão conta de que há dificuldades do Executivo em pagar o salário de Dezembro.
O Governo angolano precisa realizar alterações ao seu quadro legal para apresentar informação financeira de forma desagregada no seu próximo relatório sobre a indústria extrativa, recomendou a consultora internacional Ernest and Young (EY).
A Sonangol, petrolífera estatal angolana, vai abrir um concurso público para a concessão de exploração das Instalações da PAENAL, um estaleiro de fabricação e integração de instalações destinadas à indústria de petróleo e gás.
A UNITA condenou hoje a violência e “toda a tentativa de perturbação da ordem” na Guiné-Bissau, exortando as instituições guineenses ao diálogo para a retoma do funcionamento normal das instituições.
O Presidente angolano nomeou nova administração para o Fundo Soberano de Angola, reconduzindo quatro administradores e substituindo outros, incluindo o presidente da instituição, segundo uma nota dos serviços de imprensa de João Lourenço.
Adriano Wacatala, director de cadastro do Instituto Geográfico e Cadastral de Angola (IGCA), é apontado como um dos homens que trabalha com o comandante municipal do Talatona da Polícia Nacional, Joaquim do Rosário, na expropriação de terrenos naquela região de Luanda.