O Banco Nacional de Angola (BNA) disponibilizou 500 Bilhoes de Kwanzas ou 5 bilhões de dólares ao Banco Espírito Santo Angola (BESA) para assegurar a sua contínua estabilidade financeira, informou hoje, segunda-feira, em Luanda, o governador do BNA, José Massano.
A Economia Internacional tem vindo a registar sucessivas crises de Bancos Internacionais que obrigaram a intervenção dos Governos de muitos países para evitar o seu agravamento, desemprego e distorções na Economia.
Dez jovens foram detidos na manha de Segunda-feira em Luanda por se manifestarem defronte ao Ministério da Educação em solidariedade com os professores em greve há mais de um dois meses na província da Huila.
O Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, anunciou hoje a adoção de "medidas extraordinárias de saneamento" do Banco Espírito Santo Angola (BESA), nomeadamente através da nomeação de "administradores provisórios" para a instituição.
O BESA será um dos activos que vai ser transferido para o "bad bank", a instituição que ficará nas mãos dos actuais accionistas do Banco Espírito Santo.
A Cimeira EUA/África, uma iniciativa do presidente norte-americano, Barack Obama, onde Angola estará representada por uma delegação chefiada pelo vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, inicia nesta segunda-feira, em Washington, Estados Unidos da América.
O professor Marcelo Rebelo de Sousa explicou este domingo à noite, no seu habitual comentário na TVI, que “a partir de amanhã o BES deixa de ter licença bancária”, o BES vai dividir-se em dois. Um banco mau e um banco bom. O bom, onde permanecem os depósitos, vai alterar o seu nome. O mau vai contar, por exemplo, com o BES Angola.
A Cimeira de Washington junta, no início da semana, meia centena de Chefes de Estado e de Governo a convite de Obama. Já foi anunciado que o tema central das discussões vai incidir na forma como cada Estado investe nas gerações do futuro.
Cabinda – Alexandre Tati, presidente da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda / Forças Armada de Cabinda (FLEC/FAC), disse à PNN que a situação em Cabinda é o resultado de «um conflito inútil que não teve qualquer razão para existir».
Um dos aspetos de maior melindre da nova legislação é o uso e porte de arma por estas empresas, que atualmente chegam a ser na prática pequenos exércitos, com homens munidos de metralhadores e outro armamento.