Três homens de nacionalidade indiana foram detidos pela Polícia Nacional por reabrirem uma fábrica de produção de whisky "pacotinho" no Benfica, em Luanda, em desobediência às autoridades, que tinham encerrado o espaço em Março do ano passado.
As queixas contra instituições financeiras angolanas aumentaram 79,51% no último trimestre de 2024, face ao período homólogo de 2023, com 13.083 reclamações, contra 7.288 nos últimos três meses do ano anterior, revelou o Banco Nacional de Angola.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que Angola reduziu a mortalidade neonatal de 24 para 16 mortes por 1.000 nados vivos e a mortalidade infantil de 44 para 32 mortes por 1.000 nados vivos.
Desde o início da presidência de João Lourenço em Angola tem sido observado na imprensa pública um grande número de menções elogiosas com relação à política externa do PR João Lourenço, talvez não seria exagero mesmo falar num culto de sua personalidade, apresentado sempre como o mais inteligente, o mais vitaminado, um gênio com soluções para tudo e para todos os países.
O ministro do Interior, Manuel Homem, garante que o país vai começar, ainda este ano, a emitir o passaporte electrónico aos cidadãos nacionais, como forma de se adequar aos padrões de segurança internacional, e que o Serviço de Migração Estrangeiro (SME) está a trabalhar afincadamente para que em 2025 a implementação deste documento de viagem seja uma realidade.
O CEDESA, entidade que estuda assuntos de Angola, advertiu hoje que o país deve reforçar a sua unidade interna e segurança nacional para "combater ameaças à estabilidade do Estado e às suas fronteiras".
O que pode devastar um país mais do que uma guerra? A resposta é a corrupção! Guerras causam destruição, mas prédios e cidades podem ser reconstruídos. Pode-se restaurar quase tudo, exceto, claro, a dádiva da vida. É facto que assim como a guerra, a corrupção também mata, seja privando populares dos hospitais ou crianças de água potável. O projecto do Corredor do Lobito se vê agora dentre dois demônios, o da guerra no Congo e o da corrupção.