É ele o presidente do conselho de administração e, também, o accionista maioritário da companhia de seguros AAA, registada em Angola, nas Bermudas e no Reino Unido, que muitos sempre pensaram que pertencesse à Sonangol.
O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) de Angola negou a existência de razões para angolanos pedirem asilo político na Bélgica nem para a crescente requisição do Estatuto de Refugiados naquele país europeu.
O Tribunal de Cabinda negou a alteração das medidas de coação a dois dos três ativistas políticos angolanos detidos há mais de dois meses naquela província, mas deferiu a liberdade provisória, sob termo de identidade, ao terceiro.
Dezenas de famílias angolanas, que perderam milhões de dólares numa burla de uma empresa brasileira, exigem justiça e indemnizações, num processo que está há vários anos paralisado no Tribunal Provincial de Luanda.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) está a investigar, em colaboração com as autoridades suíças, uma série de casos e negócios que envolvem a seguradora AAA, incluindo os 900 milhões de dólares bloqueados na Suíça.
Dois antigos administradores da Sonangol defendem que o ‘caso 900 milhões de São Vicente’ é daqueles que justificam a realização de uma auditoria às contas da petrolífera, argumentando com suspeitas de se tratar de recursos saídos da empresa pública, “através de esquemas encobertos em operações aparentemente regulares”.
A Palanca TV e a TV Zimbo foram criadas com o rótulo de televisões privadas, mas nasceram e foram mantidas com dinheiros públicos. O Estado angolano rompeu a ligação e reserva-lhes futuros diferentes. Uma será transformada, outra vendida.