O fim da subvenção à gasolina em Angola vai aumentar o preço dos fretes nos táxis e mototáxis e criar dificuldades às famílias, indicam previsões colhidas pela voz da América, quando ainda milhares de taxistas, mototaxistas e produtores aguardam por cartões prometidos pelo Governo no ano passado.
O tribunal da Comarca do Huambo iniciou, ontem, o julgamento que envolve cinco ex- gestores públicos acusados de terem lesado o Governo local, entre 2010 e 2014, em mais de um bilhão, 176 milhões e 118 mil Kwanzas, para além de outros bens públicos.
Mais de 50 funcionários do Ministério da Justiça e Direitos Humanos, no país, foram demitidos desde 2023, por má conduta, desde extorsão ao cidadão e outras causas relacionadas à prestação de serviço.
Dois dos quatros activistas angolanos, condenados a mais de dois anos de prisão efectiva por ofensa ao Presidente João Lourenço, estão a ver o seu estado de saúde a degradar-se. Um entre eles foi internado de emergência no Hospital Prisão de São Paulo, em Luanda, devido ao agravamento do respectivo estado de saúde. Um outro ainda não conseguiu ser hospitalizado.
Após o anúncio do fim da subvenção dos combustíveis, previsto para 30 de Abril próximo, os taxistas defendem uma subida do preço da corrida para 250 ou 300 kwanzas, tão logo a gasolina passar a ser comercializada aos "azuis e brancos" a 300, contra os actuais 160, com o restante valor a ser subvencionado pelo Estado.
O Executivo entende que, do ponto de vista da estabilidade económica e dos empregos, o salário mínimo que está a ser exigido pelas centrais sindicais, que anunciaram, ontem, uma greve geral para o dia 20 deste mês, não é sustentável, tendo em conta a conjuntura económica que o país vive
Quarenta e cinco pessoas morreram na comuna da Muinha, no município de Camacupa, província do Bié, depois de serem obrigadas a ingerir um líquido feito a base de ervas, denominado “Mbulungo”, para provar se tinham cometido ou não determinado crime, "geralmente por feitiçaria".