Um angolano identificado como Marley e um bebê de nome Gabriel morreram durante um incêndio em um prédio em Higienópolis, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil, pouco antes das 9h desta terça-feira. Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro (COR), houve interdição da Rua Ubiratã, onde está localizado o imóvel, na altura da Rua Andiara, para a ação dos Bombeiros no local. Um vizinho confirmou que a criança vítima das chamas tinha menos de um ano.
A estratégia de matança indiscriminada de Pretos, bem como o comportamento bárbaro, muito provavelmente faz parte do ADN de uma parte significativa dos povos sul-africano, quero dizer está-lhes no sangue, no passado recente “no tempo da outra senhora, refiro-me a época do APARTHEID, os racistas, mentores do “caos selectivo” ‘inventaram;’ usaram e abusaram deste método trucido, instrumentalizando peões, iletrados, ‘basbaques/pacóvios’ desprovidos de consciência, formatando nas suas perturbadas mentes, a necessidade entre aspas de massacrar os seus semelhantes, perpetrando homicídios em massa, tendo como motivo a diferença étnica.
O antigo primeiro-ministro e secretário-geral do MPLA, Lopo Fortunato do Nascimento, pediu ontem, em entrevista à TV Zimbo, que se abram os arquivos existentes no país para que os angolanos tenham acesso às informações relacionadas aos acontecimentos de 27 de Maio de 1977.
Deve, a priori, ficar claro a todos nós que é correcto homenagear as figuras – homens e mulheres – que contribuíram para a libertação de Angola e fundação do Estado.