Quinta, 01 de Janeiro de 2026
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UNITA e CASA-CE lamentam falta de referência a partidos políticos, CPLP e intolerância política

O discurso de posse de João Lourenço não foi presenciado pelos partidos da oposição, mas tanto a UNITA como a CASA-CE consideram que esteve “cheio de boas intenções”, mas lamentam não refeito referências aos partidos políticos, que também fazem partido do sistema democrático.

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Relações entre os países estão tensas devido às investigações a figuras do regime angolano

O novo Presidente angolano, João Lourenço, excluiu esta terça-feira Portugal da lista de principais parceiros, no seu discurso de tomada de posse, sublinhando que Angola considerará todos que "respeitem" a soberania nacional.

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No primeiro discurso como Presidente da República de Angola, que durou cerca de 50 minutos, João Lourenço recuperou as propostas governação que marcaram a campanha do MPLA às eleições gerais de 23 de Agosto, com destaque para o combate à corrupção e ao despesismo e para a aposta na juventude, na diversificação da economia e no investimento privado. A apresentação do novo Chefe de Estado ficou ainda marcada pela exclusão de Portugal da lista de parceiros mais importantes de Angola.

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A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Federica Mogherini, disse hoje que o recente processo eleitoral em Angola é um "sinal claro" do compromisso do país com a democracia.

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Presente na cerimónia de investidura de João Lourenço como Presidente da República de Angola, a empresária Isabel dos Santos deixou algumas dicas para o país ultrapassar o "período difícil" que atravessa "do ponto de vista económico".

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Marcelo Rebelo de Sousa disse que a presença na tomada de posse de João Lourenço é um momento simbólico. O Presidente da República tinha sido criticado pelos ativistas angolanos, que continuam a afirmar que o Tribunal Constitucional favoreceu o MPLA.

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Calcula-se que 150 mil portugueses, no mínimo, trabalhem em Angola e os dois países têm trocas comerciais fortíssimas, além de toda uma história comum de muitos séculos.

Por Vítor Rainho

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