O MPLA está preocupado com a intriga, proliferação de informações falsas e divulgação de decisões reservadas apenas à direção do partido, sobretudo, nas redes sociais, porque mais do que atingir pessoas prejudica aquela organização política no poder em Angola.
O MPLA, partido no poder em Angola, afirmou hoje que tem o seu "combate político" virado para o reforço da capacidade organizacional e preparação das estruturas intermédias e de base para as primeiras eleições municipais.
O Presidente angolano anunciou hoje que executivo vai preparar as condições legais e técnicas para realizar as primeiras eleições autárquicas em Angola antes das eleições gerais de 2022, em data a "negociar" com os partidos.
O Presidente angolano ordenou a criação de uma comissão para rever contratos celebrados entre o Estado e empresas que asseguram a limpeza urbana em Luanda, modelo instituído em 2016 e que custa mais de 365 milhões de dólares anualmente.
O chefe de Estado angolano, João Lourenço, falou hoje, por telefone, com o novo Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, tendo os estadistas acertado visitas oficiais a ambos os países, informou à Lusa fonte da diplomacia de Angola.
O MPLA apontou hoje obstruções ao processo de transição política em Angola, defendendo que a presença regular de Isabel dos Santos, filha do ex-chefe de Estado e presidente do partido, José Eduardo dos Santos, na sede nacional é normal.
Um grupo de 138 membros, dos 411 que compõem o Comité Central(CC) da FNLA, remeteu um abaixo, assinado esta Quarta-feira, 14, ao Tribunal Constitucional(TC), solicitando a demissão incondicional do seu secretário-geral, Pedro Mucumbi Dala.