O ex-presidente da República, José Eduardo dos Santos, que deixa a vida activa em Setembro de 2018, em função da deliberação da última reunião do Bureau Político do MPLA, realizada na semana passada em Luanda, terá uma subvenção mensal vitalícia de 512.103 kwanzas, que corresponde a 80 por cento do salário base do actual Chefe de Estado, João Lourenço.
Para o sociólogo João Paulo Ganga o actual processo de mudanças dentro do MPLA revelou que o partido “tem mais traidores do que pessoas sérias”.
O 1º secretário do MPLA na província do Huambo, João Baptista Kussumua, criticou hoje, sexta-feira, nesta região, o desempenho do secretariado cessante da JMPLA.
A União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA), maior partido na oposição angolana, lamentou hoje a morte de Afonso Dhlakama, presidente da Renamo, considerando-o "fator decisivo para mudanças políticas importantes" em Moçambique.
O Governo angolano está a desenhar uma estratégia de comunicação institucional específica para informar "com eficácia" e levando em conta a expansão do público virtual, disse hoje o ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República.
A UNITA não descarta a possibilidade de questionar o Governo no Parlamento sobre as razões da “inexecução do Orçamento Geral do Estado(OGE)”, depois ter sido aprovado em Fevereiro deste ano.
A consultora BMI Research considerou hoje que o anúncio de que o Presidente de Angola será também o líder do MPLA vai cimentar o seu poder sobre o Estado e fazer progredir a agenda reformista.