A UNITA acusou hoje o Governo Provincial de Luanda (GPL) de usar “subterfúgios” para rejeitar uma marcha da oposição para reivindicar “igualdade de tratamento no processo eleitoral” em Angola, e prometeu reagendar caso se mantenham "as ilegalidades".
O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, defendeu nesta quinta-feira, 28 de julho que ser candidato à reeleição não é nada uma tarefa difícil, em resposta aos pronunciamentos de João Lourenço, no Sumbe, criticando inclusive apoiantes de JLo.
O governo provincial de Luanda rejeitou a realização de uma marcha dos partidos políticos da oposição que queriam reivindicar “igualdade de tratamento no processo eleitoral” angolano, prevista para sábado, por “comprometer a segurança e ordem pública”.
A cooperação da União Europeia com Angola entre 2008 e 2020 teve metas “irrealistas” e impacto limitado nas instituições angolanas sobretudo nos primeiros dez anos, por falta de empenho do Governo, que limitou atividades que não aprovava, segundo um relatório.
O acto de massas promovido hoje pela UNITA no Huambo, em que Adalberto Costa Júnior foi o cabeça-de-cartaz, terá sofrido dois «inexplicáveis» apagões: um corte de energia e outro das TPA´s que deixaram de transmitir o comício em directo.
O embaixador de Angola em Portugal disse hoje que o número de angolanos registados para votar em Lisboa e no Porto ronda os seis mil, de um total de cerca de 40 mil angolanos que vivem em Portugal.
O deputado independente pela bancada da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Lindo Bernardo Tito, usou a sua página da rede social Facebook para denunciar a circulação de cartazes nas ruas de Saurimo, na província da Lunda-Sul, com conteúdos racistas e xenófobos dirigidos ao líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior.