Mudanças no MPLA geram especulações sobre a sucessão de João Lourenço na Presidência da República de Angola - sobretudo depois de a primeira-dama, Ana Dias Lourenço, ter sido integrada no Bureau Político do partido.
Num momento em que o cenário político angolano começa a reorganizar-se em antecipação às eleições gerais de 2027, o presidente do PRA-JÁ Servir Angola, Abel Chivukuvuku, lançou críticas abertas ao que considera ser uma cultura de “exclusivismo permanente” entre vários partidos políticos, particularmente dentro da oposição com assento parlamentar em Angola.
A convocação do IX Congresso do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), marcado para os dias 9 e 10 de dezembro, abriu oficialmente um novo capítulo na vida interna do partido que governa Angola desde a independência.
O Comité Central da FNLA decidiu remeter ao Tribunal Constitucional de Angola um conjunto de acusações internas relacionadas com alegadas violações dos estatutos do partido e falta de capacidade de liderança por parte da actual direcção.
A Comissão Política do Bloco Democrático (BD) manifestou fortes reservas em relação à adjudicação do concurso público à empresa espanhola INDRA, responsável pela implementação da solução tecnológica que deverá ser utilizada nas eleições gerais previstas para 2027 em Angola.
O presidente da UNITA disse hoje que a contratação da espanhola Indra para a gestão logística e tecnológica eleitoral em 2027 reflete "medo" do Governo e acusou o MPLA (poder) de falta de pluralidade interna.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, considerou hoje “uma pouca-vergonha” o comunicado do Governo angolano sobre realização de atividade do seu partido em zona de perigo de minas, no leste do país.