O jurista e advogado Sérgio Raimundo defendeu a necessidade de uma mudança na liderança do MPLA antes das eleições gerais de 2027, considerando que o partido poderá enfrentar sérias dificuldades eleitorais caso mantenha João Lourenço como principal referência política.
O vice-presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, Rafael Massanga Savimbi, anunciou que o seu partido está a preparar-se para as próximas eleições gerais de 2027, focando-se na correcção de insuficiências organizacionais, legais e de transparência institucional.
O general na reforma Higino Lopes Carneiro, pré-candidato à presidência do MPLA, lançou um apelo à unidade interna do partido, defendendo que o futuro da organização depende da coesão entre os seus militantes, numa altura em que se aproxima o IX Congresso Ordinário, marcado para os dias 9 e 10 de Dezembro.
O presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, afirmou que a estratégia política do partido para as eleições gerais de 2027 assenta no contacto directo com os cidadãos e no reforço da fiscalização do processo eleitoral, defendendo que a proximidade às comunidades será determinante para conquistar a confiança dos eleitores.
A vice-presidente do MPLA, Mara Quiosa, defendeu que as redes sociais se tornaram um dos principais palcos da disputa política em Angola, afirmando que, na actualidade, "um telemóvel na mão de um jovem é mais forte do que mil megafones nos comícios".
O antigo primeiro-ministro angolano e ex-secretário-geral do MPLA, Marcolino Moco, assinalou este domingo o seu 73.º aniversário com uma reflexão sobre o percurso político de Angola e de África, defendendo a necessidade de um pacto nacional de paz e reconciliação que permita ultrapassar os erros do passado e construir um futuro mais inclusivo.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu que o Estado não pode continuar a ser a principal, nem a única, fonte de emprego para os angolanos, considerando que a elevada procura por vagas na função pública reflete as fragilidades do modelo económico do país.