A ministra angolana da Educação considerou hoje que o protesto contra a falta de carteiras organizado por um professor de uma escola de Luanda, que será alvo de um processo disciplinar, foi uma “precipitação” e defendeu mais diálogo.
Mas do que isso é preciso ação e agir sempre e quando estiverem em causa os seus legítimos direitos consagrados pela constituição nacional angolana assim como pela declaração universal dos Direitos Humanos.
O discurso estado da nação proferido pelo presidente da república João Lourenço, na assembleia nacional, deixou muito a desejar, não é admissível que o presidente minta tanto e desnecessariamente, sobretudo para ser de imediato desmentido. Foi um discurso ensurdecedor, cansativo e descontextualizado da realidade e sem verdade comparativa.
A Direção Nacional de Direitos Humanos de Angola criticou os tiros feitos pela polícia para dispersar uma manifestação de um professor e alunos para exigir mais carteiras escolares, segundo dirigentes do Movimento Estudantil Angolano (MEA) que reuniram com a instituição.
O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), afirmou em nota de imprensa, esta noite de sábado, 15 de outubro, que já tem conhecimento do vídeo que viralizou nas redes sociais, em que a protagonista é oficial subalterna ostentando a patente de Sub-inspectora deste órgão adstrito ao Ministério do Interior.
O deputado do MPLA, partido no poder em Angola, Mário Pinto de Andrade, enalteceu hoje o discurso à Nação do Presidente angolano e disse acreditar que as eleições autárquicas serão realizadas dentro de dois anos.
O presidente da UNITA (oposição) disse hoje que o discurso do Presidente angolano à Nação foi um “conjunto de estatística que o país desmente” porque os aspetos que são “de emergência real do país foram sequer minimamente abordados”.
O Presidente angolano reiterou hoje, no discurso sobre o Estado da Nação, o compromisso com a criação de autarquias, sem avançar datas, e anunciou a construção de 35 assembleias para as autarquias locais e complexos residenciais em 36 municípios
Analista Eugénio Costa Almeida diz que é "cada vez mais evidente" a aproximação entre Angola e os EUA, depois de Luanda votar contra a anexação de territórios ucranianos. Mas o Governo angolano não esquece Moscovo.