Os Estados Unidos consideraram hoje Angola como “parceiro estratégico”, destacando a expansão do relacionamento bilateral, no dia em que o país africano celebra 47 anos de independência, numa mensagem do secretário de Estado norte-americano.
O MPLA saudou hoje os angolanos pelo 47.º aniversário da proclamação da independência do país, apelando a que contribuam “com atos de cidadania e elevado patriotismo” para que Angola se torne uma nação de referência.
A petrolífera angolana Sonangol afirma que 52,6 milhões de euros (ME) alegadamente "desviados" da subsidiária neerlandesa Esperaza para empresas de Isabel dos Santos passaram pelo banco português EuroBic e o BIC Cabo Verde.
O Procurador-Geral da República de Angola, disse hoje que a indisponibilidade de Isabel dos Santos para prestar declarações à justiça tem atrasado os processos judiciais, frisando que foram dadas “todas as oportunidades” à empresária.
O Presidente da República de Angola, João Lourenço, viaja na sexta-feira para Kigali para tentar "remover a tensão" entre o Ruanda e a República Democrática do Congo (RDCongo), anunciou hoje a Presidência angolana.
O major angolano Pedro Lussati foi hoje condenado a 14 anos de prisão e 100 dias de multa pelos crimes de peculato de forma continuada, fraude no transporte de moeda para o exterior e branqueamento de capitais.
O procurador-geral da República (PGR) de Angola admitiu hoje que a lei da amnistia proposta pelo Governo poderá tirar das cadeias cerca de 2.000 presos, 10% da população prisional, e levar ao arquivamento de vários processos.
A petrolífera angolana Sonangol, através da participada Esperaza, apresentou uma queixa no Tribunal de Amesterdão contra a empresária Isabel dos Santos por um alegado "desvio" de 52,6 milhões de euros (ME), que lesou as duas empresas.
O antigo primeiro-ministro de Angola Marcolino Moco considerou hoje que a proposta de lei da amnistia vai servir apenas para "ilibar aqueles que continuam a desviar o erário para as suas contas, muito lamentavelmente para o exterior"
O antigo primeiro-ministro de Angola Marcolino Moco lamentou, esta quinta-feira, que, desde que foi solicitado a Portugal o processo do ex-vice-presidente Manuel Vicente tudo tenha "ficado por aí", sendo invocada a questão das imunidades "que é uma grande mentira".