O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje, em Luanda, que é preciso normalizar as eleições, porque Angola viveu, nos últimos três anos, um “ambiente de terrorismo de Estado, completamente antidemocrático” devido ao processo eleitoral.
Os voos de transporte de passageiros a operarem em território angolano, sejam eles nacionais ou internacionais, estarão proibidos de passar a transportar cargas nas cabines a partir do dia 10 de Dezembro.
Um suposto pastor da igreja Bom Samaritano, no município de Cambambe, Cuanza Norte, foi detido pela Polícia Nacional, acusado de homicídio involuntário que vitimou uma cidadão de 42 anos de idade.
O coordenador-geral do projeto político PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku disse hoje, em Luanda, que em 2023 a luta estará virada para a legalização, após o chumbo do pedido, pelo Tribunal Constitucional, em 2019.
Na província da Huíla, as autoridades tradicionais denunciaram, esta quinta-feira, 17 de novembro, que uma empresa está a explorar ouro há mais de dois anos, sem ter contactado as autoridades locais, nas minas de Mupopo, no município da Jamba.
O Presidente angolano, João Lourenço, convidou hoje os empresários noruegueses a investirem em Angola e a “abraçarem” as enormes oportunidades de negócios que o país oferece, garantindo “estabilidade, segurança e sã concorrência” entre os agentes do mercado.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) procedeu, na quarta-feira, 16, no Distrito Urbano do Zango, em Luanda, à apreensão de vários bens do proprietario da empresa Xtagiarious Finance , Edson Caetano de Oliveira.
O Tribunal Supremo (TS) angolano demitiu o coordenador da comissão instaladora do sindicato dos funcionários judiciais daquele órgão, Domingos Feca, por criticar o poder jurídico angolano e considerar que o mesmo está envolvido em “prostituição”, segundo fonte oficial.
A secretária provincial da UNITA no Huambo, Navita Ngolo, denunciou, ontem, que os níveis de intolerância política naquela província se agudizaram de tal maneira que até as autoridades tradicionais estão a ser supostamente usadas para intimidarem as comunidades.
Quem olha para o panorama político angolano atual, desde o inédito caso na história da humanidade. De quem governa não ter precisado ganhar as eleições, e quem ganhou as eleições não estar a governar o país e se deixar assim como se nada de mau tivesse acontecido.