Isabel dos Santos foi condenada, pelo Tribunal de Recurso de Amesterdão, pelos crimes de gestão danosa e falsificação de documentos, que permitiram o desvio de 52,6 milhões de euros da Sonangol. A mesma sentença terá sido aplicada a Mário Leite Silva, antigo braço direito da empresária e o seu administrador financeiro na Sonangol, Sarju Raikundalia.
À DW África, o líder da juventude do MPLA diz serem "fiéis advogados dos jovens" e aponta os jovens da UNITA como "causadores das arruaças". Sobre excessos da polícia, acredita que essa "deve fazer o seu papel".
A organização angolana de defesa dos direitos humanos Mosaiko defendeu hoje a reposição no Orçamento Geral do Estado (OGE) da verba para apoio às vítimas de violência, retirada há mais de dois anos.
As três principais centrais sindicais de Angola acusam o Governo de propor uma lei que visa acabar com o direito à greve ou impor limites ao exercício de um direito constitucional e ameaçam “paralisar o país” se o projecto de diploma não for alterado.
Os organizadores das manifestações de sábado em Angola criticaram hoje a "cultura de intimidação", a atuação da polícia e a cobertura dos meios de comunicação social estatais, defendendo que é preciso investigar quem morreu e em que circunstâncias.
A Amnistia Internacional (AI) diz que, além das prisões efectuadas em Luanda e Benguela durante as manifestações de sábado, 17, as autoridades angolanas detiveram três pessoas em Cabinda, mas a organização de defesa dos direitos humanos esta ainda a fazer o levantamento da situação.
Suspeito de corrupção e peculato, Joel Leonardo continua a comandar os destinos do Tribunal Supremo angolano, apesar dos muitos pedidos para que se demita. Jurista diz que a lei está do lado do juiz conselheiro.
O Tribunal de Contas (TC) vai seguir o ritual normal das suas obrigações de trabalho, no quadro da Constituição e da lei vigente na República de Angola, garantiu nesta segunda-feira, em Luanda, o Juiz Conselheiro Presidente da instituição, Sebastião Domingos Gunza.
Atrasos na recepção das receitas fiscais podem retardar o pagamento de salários na função pública em Angola, admite o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, enquanto trabalhadores avisam que ninguém está preparado para uma situação semelhante à que se viveu em Maio.
O quadro sénior do MPLA e general das Forças Armadas Angolanos (FAA), Higino Carneiro, prometeu reunir provas e levar à justiça nacional e, se for preciso, à internacional, para desmascarar alegadas “agendas obscuras” e esbater um suposto estratagema que visa colocar em causa o seu carácter, imagem, honra e privacidade.