Angola apreendeu e arrestou bens de luxo como aviões, edifícios em Wall Street e Dubai e um Lamborghini, mas também um centro para estágios de futebol e um SPA, no âmbito do combate à corrupção.
A coordenação da delegação angolana à Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 reconheceu hoje a “possibilidade de fuga” de muitos jovens que embarcam para Lisboa, aconselhando-lhes a “agirem de boa-fé” e regressarem ao país.
A consultora britânica Oxford Economics prevê que a produção de petróleo em Angola caia este ano 1,6%, para 1,12 milhões de barris diários, apesar da redução da produção nos últimos meses devido a manutenção.
O banco central angolano determina que as instituições financeiras bancárias não podem deter quotas ou ações de uma empresa não financeira ou de um grupo de empresas não financeiras, cujo montante seja superior a 15% dos fundos próprios.
O banco BIC corre o risco de ver a sua licença revogada na Namíbia, porque as autoridades daquele país consideram que um dos seus acionistas é inadequado, disse hoje à Lusa o presidente executivo da instituição angolana.
O Banco Angolano de Investimentos (BAI) está preparado para amortecer os choques cambiais e enfrentar uma “tempestade perfeita” como o momento que se vive atualmente em Angola, disse o presidente executivo da instituição financeira.
O grupo parlamentar da Unita, na oposição, anunciou ontem que vai lançar no parlamento uma iniciativa visando destituir o Presidente João Lourenço que, na sua óptica, subverteu o processo democrático, consolidou um regime autocrático e permitiu o aumento da corrupção entre titulares de cargos políticos dependentes dele, entre outras acusações.
O kwanza termina esta semana a valorizar ligeiramente face ao dólar e ao euro. Ao final da manha desta sexta-feira, a moeda norte-americana está, pelas 12:30, a custar 824,5 kz, enquanto a moeda europeia custa 922,2, de acordo com a taxa de câmbio média do BNA.
O ex-primeiro-ministro angolano Marcolino Moco considerou hoje “muito interessante e de grande alcance” a iniciativa de destituição do Presidente angolano, sobretudo em termos políticos, considerando que o pedido indica “aspetos muito graves” que se passam em Angola.
Em 2017, decidimos dar um voto de confiança ao Executivo, liderado por sua Excelência Presidente João Lourenço. Esperamos pacientemente pela implementação de boas políticas, para que de facto, o país começasse a marcar passos decisivos rumo à diversificação da nossa economia. Hoje, volvidos seis anos, não se nota absolutamente nada, em prol deste grande desiderato.