O leilão de 34 viaturas apreendidas no processo de recuperação de activos do Estado, realizado domingo, arrecadou 1,7 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões dólares), o dobro do valor previsto 771.671.371,26 kwanzas (935.431 dólares).
O país está quase falido e por isso paralisado, e sem solução à vista, que ajude a tirá-lo do marasmo que o envolve. Por outro lado, o cidadão nacional encontra-se de costas viradas com o regime e sobretudo com o presidente do MPLA que também é presidente da república.
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos lança, este domingo, um leilão de 108 viaturas e três embarcações apreendidas âmbito dos processos de recuperação de activos judicialmente autorizados.
O Governo angolano descarta a possibilidade de ir, ainda este ano, aos mercados internacionais para contrair nova dívida. A informação foi avançada pela Ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, durante um encontro que manteve com os jornalistas, para abordagem de uma série de questões relacionadas a economia do país.
O presidente da UNITA, maior partido da oposição angolana, afirmou hoje em Luanda, que a iniciativa de destituição do Presidente da República, João Lourenço, “é para materializar, não vai ficar parado”.
Uma campanha para a recuperação de rendas resolúveis nas centralidades do Kilamba e Sequele, em Luanda, vai ser lançada, este mês de Agosto, pelo Fundo de Fomento Habitacional (FHH), devido às dívidas elevadas dos moradores, na ordem dos 65 por cento.
As actuais contas das Unidades Orçamentais (Ministérios, Institutos Públicos, Agências Nacionais, entre outras) estão suspensas, devido ao processo de actualização do Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado (SIGFE), que decorre em Angola, com vista a adequação tecnológica e funcional.
As 85 mil habitações, das 24 centralidades construídas no país, estão totalmente vendidas, revelou, esta sexta-feira, o presidente do Fundo de Fomento Habitacional (FFH), Hermenegildo Gaspar.
O advogado Sérgio Raimundo afirma que está a defender, gratuitamente, a empresária Isabel dos Santos, em processos judiciais que correm os seus trâmites em Angola, em honra , homenagem e memória do antigo Presidente da República, José Eduardo dos Santos. “Nunca cobrei honorários a Isabel [dos Santos], em honra e homenagem ao seu pai que, como qualquer ser humano, cometeu os seus erros”, lê-se numa nota enviada ao jornal OPAÍS.
A UNITA, oposição angolana, afirmou hoje ter sido apanhada de surpresa pela operação de busca de ossadas na Jamba lançada pelo Governo, que descreve como “propaganda política” e contrária ao “apaziguamento dos espíritos”.