O Governo britânico defendeu hoje, numa audiência no Tribunal Supremo do Reino Unido, ter analisado adequadamente os riscos de enviar requerentes de asilo para o Ruanda e que o plano é do interesse público.
A queda da Luibor sinaliza que há liquidez e que os bancos que a detêm estão a emprestar, no mercado interbancário, ou no secundário, a preços mais baixos. Esta liquidez deve-se, sobretudo, ao facto de o mercado cambial estar praticamente parado há três meses, por isso, o câmbio está estabilizado nos 825,8 Kz.
O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje luz verde a um acordo que facilita o investimento entre o bloco comunitário e Angola, e visa permitir a Luanda a diversificação do modelo económico do país.
Nesta quarta-feira, 1 USD estava a ser negociado a uma taxa média de 825,8 Kz, o que representa uma ligeira depreciação de 0,3% no espaço de três meses. Petrolíferas não vendem dívisas à banca e BNA faz de intermediário.
Nas últimas semanas, começaram a ser publicadas notícias sobre a sucessão do Presidente João Lourenço tanto na liderança do MPLA, como na do Estado.
O Tribunal da Relação de Luanda, na sequência de recurso do Ministério Público (MP), aumentou a pena da influenciadora digital Ana da Silva Miguel “Neth Nahara” a dois anos de prisão por injuriar o Presidente da República, João Lourenço na rede social TikTok, segundo um acórdão a que a Lusa teve acesso.
A UNITA defendeu hoje que o Tribunal de Contas deve publicar os resultados das auditorias às contas do Estado não apenas como “exercício de transparência”, mas também “para que se possa aferir as consequências dali resultantes”.
Mais de cem pessoas foram hoje detidas em Saurimo, capital da província da Lunda Sul, quando tentavam marchar para o centro da cidade e se revoltaram contra as autoridades que as tentaram impedir, segundo o Ministério do Interior.
O governo angolano atribuiu a concessão da gestão do terminal do Porto do Lobito, por um período de 20 anos, à Africa Global Logistics, informou o ministério dos Transportes num comunicado.
Com o custo de vida a aumentar e os rendimentos a encolherem, muitos angolanos evocam “ZéDu” com saudades e recorrem à “sócia” ou a minidoses para conseguirem adquirir bens essenciais, queixando-se da “inércia” das autoridades para travar a inflação.