O líder da UNITA, oposição angolana, defendeu hoje que Angola só encontrará esperança com uma genuína alternância política e que esta deve começar com a realização de eleições autárquicas em 2024.
A Coreia do Norte afirmou hoje que o recente encerramento de embaixadas do país asiático, incluindo em Angola e Espanha, fazem parte de procedimentos padrão que Pyongyang adotou noutras ocasiões para melhorar a eficiência das operações diplomáticas.
A governar o país há quase meio século, o partido segue “uma estratégia minuciosa de manutenção do poder”. Por isso, mesmo havendo “uma consciência no seio do MPLA de que, mais tarde ou mais cedo, estas eleições têm de ser realizadas”, acaba por vingar o desejo de o partido não sair prejudicado de umas autárquicas futuras, diz investigadora ao Expresso
Um tribunal federal norte-americano rejeitou reavaliar o processo da elétrica AEnergy contra o Estado angolano, concluindo que não há novas provas nem foram ignoradas as anteriormente apresentadas.
Oposição contesta resultados e a Justiça moçambicana já confirmou que houve fraude nas eleições autárquicas de 11 de outubro. Há protestos e repressão policial nas ruas.
O Governo angolano prevê para 2024 um aumento salarial na Função Pública de cerca de cinco por cento de acordo com a proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) entregue na terça-feira, 31, à Assembleia Nacional.
A vice-secretária adjunta do Gabinete de Assuntos Africanos do Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA), Joy Basu, visita na próxima semana Angola com vista a reforçar a parceria económica com o Governo de Angola.
O Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano para 2024 contempla 50 mil milhões de kwanzas (60 milhões de dólares) para contratar funcionários públicos e 10 mil milhões de kwanzas (12 milhões de dólares) para fomentar o emprego.
Produtores e importadores angolanos devem informar o Governo, a partir de 2024, anualmente, sobre as suas necessidades de aquisição de insumos e as intenções de compra de bens de amplo consumo.
Os salários da administração pública angolana registaram um crescimento médio anual de 10%, entre 2017 e 2022, correspondendo a uma média anual de 1,9 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões de euros), segundo um documento que visa um novo regime salarial.