O Presidente angolano admitiu hoje que ainda se registem casos de negligência médica nos hospitais do país e defendeu que "sejam tomadas as medidas que se impõe” para a responsabilização desses profissionais.
Dois ativistas angolanos detidos a 16 de setembro e condenados a dois anos e cinco meses de prisão efetiva pelos crimes de desobediência e resistência, após participarem numa manifestação contra restrições impostas aos mototaxistas na circulação em Luanda, estão em greve de fome.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) angolana defende a revogação das competências do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) suscetíveis de gerar conflitos face a poderes de regulação e sancionatórios deste em determinadas circunstâncias.
O partido no poder em Angola, o MPLA, ainda tem tempo para reverter a crise social que se vive no país, mas para tal terá de agir com patriotismo, defende o politólogo David Sambongo em declarações à DW África.
O director do Departamento de Recursos Humanos da delegação do Ministério do Interior no Bié (MININT) foi baleado mortalmente por um agente de segunda classe da Polícia Nacional (PN), depois de este o apanhar com a sua ex-mulher na cama, no município do Kuito.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) de Angola considera que há presença “excessiva” do Estado no setor das telecomunicações, uma “realidade desfavorável” à promoção da liberalização do mercado e que desincentiva o investimento no setor.
O ministro do Comércio e Indústria da África do Sul, Ebrahim Patel, defende que o programa de comércio norte-americano que atualmente beneficia mais de 30 países no continente deve ajustar-se à realidade das economias africanas.
A UNITA denunciou uma alegada "onda de perseguições" contra ativistas e exigiu a libertação de "presos políticos". Comissão Política do partido reuniu-se para discutir a situação económica e social de Angola.
O gabinete do primeiro-ministro israelita demarcou-se hoje das declarações do ministro do Património, o ultraortodoxo Amihai Eliyahu, após este ter referido que o lançamento de uma "bomba nuclear" na Faixa de Gaza era uma opção.
A UNITA condenou hoje o que considerou “graves interferências no processo das eleições autárquicas em Moçambique pela FRELIMO” e instou a União Africana e outras organizações internacionais a impor sanções ao governo de Maputo.