O presidente da Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda - Forças Armadas Cabindesas (FLEC-FAC) diz que a guerrilha independentista controla todo o território fora das zonas urbanas e acusa o governo angolano de falta de diálogo.
O líder da UNITA considera que qualquer solução para a estabilidade na província de Cabinda deve ser negociada e não imposta, incluindo uma proposta de autonomia “equilibrada”, que defendeu como solução ideal.
O Presidente de Angola, João Lourenço, defendeu hoje em Adis Abeba que não pode haver tolerância com regimes saídos de golpes de Estado ou “mudanças inconstitucionais” em África.
O Comité Olímpico Angolano (COA) foi suspenso pela Agência Mundial Antidopagem (AMA), por incumprimento dos prazos para adequar a lei desportiva aos estatutos daquela organização internacional, anunciou hoje o organismo olímpico.
As autoridades angolanas prevêem investir cerca de 542 mil milhões de kwanzas (US$4,97 mil milhões) em projectos ligados ao sector das águas durante o período compreendido entre 2013 e 2017, de acordo com o Secretário de Estado das Águas do país, Luís Filipe da Silva.
De notas entre os dedos, a chamar clientes, passam os dias sentadas na rua aguardando por dólares para trocar, mas nunca a vida das 'kinguilas' de Luanda esteve tão difícil, sem divisas para alimentar o mercado informal e um negócio que cria famílias inteiras.
Sarju Raikundalia foi diretor financeiro da Sonangol quando Isabel dos Santos liderava a empresa angolana. Em 2022, foi ouvido em segredo no Porto por investigadores holandeses que acabaram por acusar a filha do antigo Presidente de Angola, e o próprio Raikundalia, de práticas de má gestão numa empresa controlada nos Países Baixos.
Valdomiro Minoru Dondo, empresário referido na matéria veiculada aos 15 de Fevereiro de 2024 pelo "tablóide" Maka Mavulo, que o associa a uma promessa de “USD 500.000.000,00 à FLEC para não atacar os seus investimentos em Cabinda”, vem desmentir, de forma veemente o teor dos factos mencionados pelo jornalista Pambo Ya Nzila no artigo publicado.
Duas das grandes petrolífera angolanas há muito que se mantém calada sobre os seus proprietários. De acordo com o África Intelligence, a ACREP dirigida desde Agosto do ano passado por Edilson Bartolomeu, antigo executivo de topo da empresa argentina Pluspetrol, cujas acções e investimentos foram adquiridos pela ACREP no bloco onshore Cabinda-Sul.
Já não nos lembramos quando é que foi a última vez que as fontes do MPLA evitaram tanto comentar um desenvolvimento interno (mesmo em off) como foi desta vez, com o afastamento de Rui Falcão (RF) e de Vergílio Fontes de Pereira (VFP) na sequência das decisões tomadas na última reunião do seu Bureau Político.